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Automóvel pega fogo em Colatina. Em pânico, motorista escapa das chamas

Mais um automóvel pegou fogo em Colatina. Desta vez foi nas proximidades da Churrascaria Loss Carlos em Baunilha. O automóvel um Chevrolet Ágile ao trafegar pela BR-259 teve um problema no motor e o carro começou a pegar fogo. O veículo ficou totalmente danificado devido ao incêndio. O proprietário, morador do Córrego Catuá, conhecido como Nem Campostrine, […]

Por ES Fala
· 2 min de leitura · Sem comentários
Automóvel pega fogo em Colatina. Em pânico, motorista escapa das chamas

Mais um automóvel pegou fogo em Colatina. Desta vez foi nas proximidades da Churrascaria Loss Carlos em Baunilha.

O automóvel um Chevrolet Ágile ao trafegar pela BR-259 teve um problema no motor e o carro começou a pegar fogo. O veículo ficou totalmente danificado devido ao incêndio.

O proprietário, morador do Córrego Catuá, conhecido como Nem Campostrine, relatou a populares que soltou uma mangueira do motor do carro que começou a pegar fogo. Disse que foi tudo muito rápido e que só deu tempo de sair do carro e escapar das chamas.

Segundo o mecânico Renato Sobreira: ” Com o calor a exigência das peças são bem maiores, por isso a necessidade fazer constantemente revisão nos automóveis são maiores”.  

Mas altas temperaturas registradas em Colatina e região, com os termômetros atingindo em alguns dias a casa dos 37ºC, despertaram a suspeita que a “onda” de incêndios em veículos na região pode ter como causa também o clima – e não apenas as famosas “panes elétricas”.  

Alguns especialistas, como o físico Demílson Quintão e os próprios bombeiros, alertam que objetos deixados nos interior dos veículos podem se tornar um problema para o donos de carros. 

Com um termômetro digital , estudiosos do assunto, mediram a temperatura interna de um veículo deixado no sol e o resultado é surpreendente. A temperatura no banco traseiro que ficou exposto à radiação solar registrou 82ºC.

Uma garrafa plástica que estava sobre o banco atingiu 55ºC. Para o tenente Vitor Tozzi, do Corpo de Bombeiros, esses números representam um alerta para os motoristas. 

O físico Demílson Quintão explica que no caso de garrafas de água o líquido dentro do vidro pode se transformar numa espécie de “lupa”, que concentra os raios solares e o fenômeno pode eventualmente provocar um foco de incêndio.

Além do forte calor, outra causa comum dos incêndios veículos pode ser a falha na manutenção elétrica. O mecânico Israel Trassi explica que é preciso checar a fiação, os cabos da bateria e verificar se nenhum acessório que consome energia foi instalado fora nas normas de segurança. 

“A parte de fusível é muito importante. Além disso, a fiação do carro não pode ter nenhum contato com a parte metálica do veículo. A manutenção é essencial”, diz o mecânico. 


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