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Comércio de Colatina ainda espera torcedor em busca de camisas da seleção

Os apaixonados por futebol já iniciaram a contagem regressiva para o início da Copa do Mundo do Catar, um país árabe situado na Ásia Continental. A abertura oficial da competição ocorrerá no próximo domingo (20). A primeira partida será protagonizada pelo time anfitrião contra o Equador. Já a seleção brasileira entrará em campo na quinta-feira […]

Por ES Fala
· 2 min de leitura Atualizado · 2 comentários
Comércio de Colatina ainda espera torcedor em busca de camisas da seleção

Os apaixonados por futebol já iniciaram a contagem regressiva para o início da Copa do Mundo do Catar, um país árabe situado na Ásia Continental. A abertura oficial da competição ocorrerá no próximo domingo (20). A primeira partida será protagonizada pelo time anfitrião contra o Equador. Já a seleção brasileira entrará em campo na quinta-feira (24), na partida contra a Sérvia, seu primeiro adversário na competição.

De olho nas telinhas, o torcedor brasileiro costuma transformar a transmissão dos jogos do Brasil na Copa em uma verdadeira festa. E, claro, que a camisa da seleção não pode faltar. Para quem busca preço acessível e variadas opções para escolher o traje dos dias de jogos, pelas ruas de Colatina é possível observar muitas camisas à venda.

Um desses pontos é o Camelódromo, no centro da cidade. É no local que o ambulante Marquinho Paraíba comercializa há 3 anos camisas de times europeus, nacionais e da seleção brasileira. As opções de cores são diversas. Além da tradicional camisa verde e amarela, ele também trabalha, por exemplo, com camisas em tons verde, preta, azul e vermelha, além de toalhas de banho e cornetas. Dependendo do modelo, os valores variam. Além das camisas com mangas, tem ainda regatas e os conjuntos infantis. 

O ambulante encomenda a mercadoria direto de São Paulo. O estoque está abastecido e as vendas aquecidas, segundo ele.

“Desde 7 de setembro reforcei o estoque de camisas da seleção. A réplica da camisa oficial, por exemplo, varia entre R$ 80 e R$ 120. Agora tem gente procurando também camisas de outras cores devido essas questões políticas. Faço desconto. Estou vendendo uma média de 8 a 10 camisas por dia”, comemora Marquinho, afirmando que está faturando uma boa renda com a proximidade da Copa. Segundo ele, a expectativa é que quando se aproximar o primeiro jogo do Brasil, a procura por camisas possa crescer.

Marquinho está confiante e até arrisca um placar: 3×1 para o Brasil. 

ES FALA: imagem crédito Cenariun

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2 comentários

  1. Leandro de jesus

    Na Verdade Vendemos mais camisas do Brasil na época da Eleição, por causa do Bolsonaro, o homem é um verdadeiro Mito.
    Depois que passou as eleições a venda de camisas do Brasil caiu.

  2. Geraldo Magela Gobbi Martins

    Boa reportagem, só não concordo com a foto ser de um vendedor ambulante.

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