Morre Deja Caversan, primeiro prefeito de Marilândia e figura histórica do município
Faleceu neste sábado (14), Djacir Gregório Caversan, conhecido como Deja, primeiro prefeito da história de Marilândia. Deja completaria 83 anos no próximo dia 30 de dezembro. Casado com Gema Marly Camata Caversan, ele era cunhado do ex-governador e ex-senador capixaba Gerson Camata, uma figura política de grande prestígio no Estado. Marilândia foi oficialmente emancipada em […]

Faleceu neste sábado (14), Djacir Gregório Caversan, conhecido como Deja, primeiro prefeito da história de Marilândia. Deja completaria 83 anos no próximo dia 30 de dezembro.
Casado com Gema Marly Camata Caversan, ele era cunhado do ex-governador e ex-senador capixaba Gerson Camata, uma figura política de grande prestígio no Estado.
Marilândia foi oficialmente emancipada em 15 de maio de 1980, mas precisou aguardar quase três anos para realizar suas primeiras eleições municipais. Em 1982, impulsionado pela influência política de Gerson Camata, considerado um filho ilustre da cidade, Deja foi eleito o primeiro prefeito do município. Ele governou Marilândia por seis anos, de 1983 a 1988, deixando sua marca na história da cidade recém-criada.
Nos últimos anos, Deja estava morando com sua família em Vitória.
Despedida em Marilândia
O corpo do ex-prefeito deve chegar a Marilândia na manhã deste domingo (15). O velório será realizado na Capela Mortuária da cidade, e o sepultamento está marcado para às 14h no cemitério local.
O atual prefeito de Marilândia, Augusto Astori Ferreira, conhecido como Gutim, divulgou uma Nota de Pesar lamentando a perda de Deja e anunciou que deve decretar Luto Oficial no município.
Deja Caversan será lembrado como uma figura política pioneira e por seu papel fundamental no desenvolvimento de Marilândia.
2 comentários
- Fabriano
Deja foi exemplo de homem público, Marilândia deve muito a ele, que ficará no coração das pessoas.
Agora a bola fora foi está Câmara de Vereadores, em mesmo com pedidos de Vereadores, não velar o corpo na Câmara.
Infelizmente o desrespeito faz parte da política, até nos momentos mais tristes.
Mas Deja, com sua simplicidade será sempre superior a estes políticos de hoje, que são gestores de grupos, sem a menor empatia.
Vai com Deus meu amigo !!! - Celso Cláudio Altoé.
Deja ser velado onde qualquer cidadão é velado, significa ser um homem simples como sempre o foi, igualmente a todos. Quanto a ser um desrespeito não ser velado na câmara de vereadores, discordo ser uma bola fora, pois nem sempre esta casa de leis representa os desejos, anseios e interesses do povo.




