Com Ponte Fontenelle interditada para caminhões, população de Colatina denuncia trânsito descontrolado, falta de fiscalização e sinalização
A interdição da Ponte Fontenelle, na BR-259, entre Colatina e Baixo Guandu, tem provocado fortes impactos no trânsito urbano de Colatina. Desde que a ponte foi interditada para veículos pesados, o fluxo de caminhões e carretas aumentou consideravelmente em rotas alternativas, principalmente no trecho que liga o distrito de Itapina ao bairro Luiz Iglesias, passando […]

A interdição da Ponte Fontenelle, na BR-259, entre Colatina e Baixo Guandu, tem provocado fortes impactos no trânsito urbano de Colatina. Desde que a ponte foi interditada para veículos pesados, o fluxo de caminhões e carretas aumentou consideravelmente em rotas alternativas, principalmente no trecho que liga o distrito de Itapina ao bairro Luiz Iglesias, passando por vias antes utilizadas quase exclusivamente por moradores e produtores rurais da região.
Com o desvio, o tráfego de carga pesada também tem se intensificado no bairro Marista e na região central da cidade. A situação preocupa os moradores, que denunciam a falta de fiscalização por parte da Secretaria Municipal de Trânsito. Segundo relatos, caminhões estão utilizando vias com sinalização de restrição para veículos pesados sem qualquer impedimento das autoridades municipais.
Um dos pontos mais críticos apontados pela população é a Ponte do Irajá, que liga os bairros Marista e Vila Nova. Mesmo com placas que proíbem a circulação de caminhões, carretas carregadas têm atravessado o local a qualquer hora do dia e da noite.
“Isso virou um problema sério. Carretas estão passando carregadas em uma ponte onde a gente sabe que é proibido, e ninguém faz nada para impedir”, disse um comerciante da região.
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Vídeo mostra carreta carregada passando pela ponte do Irajá/Redes sociais
Na Rua Ângelo Giuberti, também afetada pelo tráfego intenso, um morador cobrou medidas mais efetivas do poder público. “Nesse momento, a prefeitura deveria ser proativa e instalar sinalizações especiais. Está tudo desorganizado. Você viu na ponte do Irajá como está?”, desabafou.
Além da falta de fiscalização, os próprios motoristas de caminhão também reclamam da ausência de sinalização clara indicando quais vias estão liberadas ou proibidas para veículos de carga. Com o desvio sendo utilizado como principal rota alternativa, a expectativa é de que o tráfego pesado continue por vários meses, já que a obra de recuperação da Ponte Fontenelle ainda está em fase inicial.
A população pede uma ação imediata do município para evitar o agravamento da situação, com risco à segurança de pedestres, motoristas e à estrutura de vias que não foram projetadas para suportar o tráfego intenso de caminhões.
O QUE DIZ A PMC
A Prefeitura de Colatina está atenta ao fluxo de veículos na cidade e vem intensificando a fiscalização. O aumento do fluxo acontece devido à interrupção do trânsito na ponte que liga Baixo Guandu a Colatina, forçando o motorista a buscar vias alternativas. Intensificamos a fiscalização nos pontos mais sensíveis, como a Ponte do Irajá e o Centro da cidade. Vale ressaltar que a desobediência à sinalização rende multa e a retirada de pontos na CNH.
4 comentários
- CLODOALDO TOREZANI
Fora que o trânsito ficou muito mais lento e com congestionamento pois o fluxo dos caminhões e carretas dificulta muito para os veículos de passeio e as motos, que infelizmente não estão dando valor a vida dos mesmos.
- JANILTON LEAL SOEIRO
Seria bom, o trânsito de caminhões pesados então passar por vila Lenira , entrando em duas vendinha e saindo na BR 259.. uma hipótese.mas não sei como está a estrada por ali..
- Andreia Pereira Da silva
Colatina viro terra sem lei.a ponte e sinalizada da lá q certo veículo não pode passa .ta na hora d blitz ali
- Hudson Oliveira Rodrigues
As coisas estão feias em nossa cidade, com relação a todos veículos motores e até as bicicletas estão infringindo as leis de trânsito. É só prestar atenção no trânsito que vai ver carros estacionando em locais proibidos, como na contra mão, não está sendo respeitado os carros estacionarem na esquinas de ruas, deixando os dois ou três metros pela lei, os motoqueiros sua maioria não dão seta ao fazer uma outra passagem e entram na contra mão para fazer entrega, até os ciclistas entram na sua frete carros e pedestres nas ruas e nas calçadas. É lamentável.




