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Após perder R$ 11 mil, colatinense faz “armadilha” para pegar golpista

Um golpista tentou se aproveitar de uma mulher em Colatina, mas a vítima desconfiou e acabou frustrando a expectativa do criminoso. Na tarde desta terça-feira (8), um estelionatário se passou pela irmã dela, em um aplicativo de mensagem, e pediu R$ 6.200 reais emprestados. Segundo a mulher, enquanto eles conversavam, a irmã fez contato por […]

Por ES Fala
· 1 min de leitura Atualizado · Sem comentários
Após perder R$ 11 mil, colatinense faz “armadilha” para pegar golpista

Um golpista tentou se aproveitar de uma mulher em Colatina, mas a vítima desconfiou e acabou frustrando a expectativa do criminoso. Na tarde desta terça-feira (8), um estelionatário se passou pela irmã dela, em um aplicativo de mensagem, e pediu R$ 6.200 reais emprestados.

Segundo a mulher, enquanto eles conversavam, a irmã fez contato por meio do número verdadeiro e ela verificou que se tratava de um golpe. Como a vítima já tinha ouvido falar deste tipo de golpe e havia sido vítima recente de clonagem, decidiu preparar uma armadilha para os golpistas. Pelo celular, disse que o dinheiro podia ser retirado na casa dela e chamou a polícia.

Quando chegou na residência, o motoboy foi abordado e alegou para os militares que era contratado apenas para pegar o valor e depositar em três contas diferentes, sem conhecer o contratante. Outro motoboy que o acompanhava também fazia o mesmo serviço e acabou, também, sendo detido.

Após a abordagem, os dois disseram que só trabalhavam em uma empresa transportes e que foram enviados para buscar os valores.

Os suspeitos foram encaminhados para a delegacia de Colatina. A Polícia Civil vai investigar a participação dos motoboys no caso.

Recentemente a vítima já havia caído em outro golpe. Na ocasião, a mulher foi enganada e perdeu R$ 11 mil após ter o cartão de crédito clonado.

De acordo com a polícia, esse não foi o primeiro golpe registrado em Colatina. Só nos últimos dois meses, foram mais de 200 registros de estelionato. Os crimes são variados, mas a maioria acontece pela internet. Segundo a polícia, a compra de carros pela internet e o sequestro de contas em aplicativos de mensagens são os mais recorrentes.  

ESFALA/Informação João Henrique Castro/A Gazeta

Foto ilustrativa captada nas redes sociais

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