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Comercialização de álcool 70% continua em alguns estabelecimentos de Colatina, mesmo após proibição da Anvisa

Mesmo após a decisão da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibindo a venda de álcool líquido 70% em supermercados e farmácias a partir da última terça-feira (30), alguns estabelecimentos comerciais em Colatina persistem em comercializar o produto, ainda que em baixa escala. O álcool líquido 70% havia sido liberado durante a pandemia de Covid-19, […]

Por ES Fala
· 1 min de leitura · 1 comentário
Comercialização de álcool 70% continua em alguns estabelecimentos de Colatina, mesmo após proibição da Anvisa

Mesmo após a decisão da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibindo a venda de álcool líquido 70% em supermercados e farmácias a partir da última terça-feira (30), alguns estabelecimentos comerciais em Colatina persistem em comercializar o produto, ainda que em baixa escala. O álcool líquido 70% havia sido liberado durante a pandemia de Covid-19, e o prazo dado pela Anvisa para que os comerciantes eliminassem os estoques expirou na segunda-feira (29).

O Portal de Notícias ES Fala verificou a situação em diversos estabelecimentos da cidade nesta sexta-feira (3) e constatou que alguns deles ainda oferecem o produto aos consumidores.

No bairro Colatina Velha, por exemplo, um supermercado mantinha garrafas de álcool 70% disponíveis na prateleira, indicando que o produto poderá ser encontrado no local enquanto durar o estoque.

Já nas farmácias, apenas em uma delas, localizada na avenida Getúlio Vargas, no Centro, o produto foi encontrado. Segundo uma atendente do estabelecimento, apenas dois frascos estavam disponíveis na prateleira.

Com exceção dos dois locais onde o álcool líquido 70% foi encontrado, a maioria dos estabelecimentos em Colatina oferece apenas álcool gel, utilizado para higienização das mãos e permitido para venda conforme as normas da Anvisa.

A Anvisa esclarece que a fiscalização sobre a venda de álcool líquido 70% fica a cargo das Vigilâncias Sanitárias de cada Estado, destacando a importância do cumprimento das normas de segurança sanitária para proteção da saúde pública.

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1 comentário

  1. Vilmar

    Está ele cimento no bairro Honório Fraga também ainda comercializa o produto…mais na minha opinião os comerciantes deveriam sim ter o direito de comercializar o produto enquanto ele tiver disponível no estoque. Ou eles ficam no prejuízo. Será que a ANVISA não tem noção disso?

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