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Silêncio e espera: atropelamento Fatal em Colatina aguarda respostas

Familiares e moradores do bairro Santa Cecília, em Colatina, esperam pela conclusão do inquérito da Polícia Civil após o atropelamento de Maria da Penha Zonta, 71 anos, que morreu após ser atingida por um veículo HB20 branco, em que a motorista alega que os freios falharam. A tragédia deixou os moradores em choque e revoltou […]

Por ES Fala
· 2 min de leitura · 1 comentário
Silêncio e espera: atropelamento Fatal em Colatina aguarda respostas

Familiares e moradores do bairro Santa Cecília, em Colatina, esperam pela conclusão do inquérito da Polícia Civil após o atropelamento de Maria da Penha Zonta, 71 anos, que morreu após ser atingida por um veículo HB20 branco, em que a motorista alega que os freios falharam. A tragédia deixou os moradores em choque e revoltou os familiares que ainda aguardam pela conclusão do inquérito, dois meses após a morte de Penha.

“A gente até agora não entendeu porque a polícia liberou o carro que matou a minha mãe logo em seguida ao crime para o filho da mulher que atropelou se ela alegou que a causa foram os freios. É o mesmo que liberar uma arma que mata uma pessoa para o filho do atirador. Como pode isso? Isso não compromete o laudo da perícia? O carro depois disso é que foi encaminhado para a perícia”, falou Lorena Zonta, filha de Penha.

Perguntas sobre responsabilidade e justiça permanecem sem resposta, como por exemplo, por que quando uma pessoa atropela e mata outra no trânsito não tem sequer a CNH apreendida?

Apesar da gravidade do acontecimento, surpreendentemente a motorista nem sequer foi detida provocando indignação entre os familiares.

HOMICÍDIO CULPOSO

A falta de interrogatório das testemunhas também levanta dúvidas sobre a condução da investigação até o momento.

Em entrevista, o delegado Hedson Félix informou que a autora do atropelamento pode ser indiciada por homicídio culposo, quando não há intenção de matar. Mas, para concluir o inquérito, a Polícia Civil precisa ouvir testemunhas e aguarda a perícia porque a motorista alegou que os freios falharam no momento do acidente.

O advogado da família da vítima, Everson Vieira, disse que todas fases da investigação devem respeitar a legalidade, especialmente, no tocante a produção das provas, pois este momento é imprescindível para apurar a conduta da motorista na forma da legislação vigente.

Enquanto a família da vítima chora sua perda e a comunidade exige respostas, a busca por justiça continua em meio a um cenário de incertezas, demora e frustrações.

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1 comentário

  1. Anita ponathe

    Pois eu estou esperando a conclusão de um enquérito já faz um ano e quatro meses,e até hoje nada, uma falta de respeito com nossas famílias,nós merecemos uma resposta e quem deve tem que ser punido

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