Filha denuncia saques e transferências suspeitas da conta do pai idoso enquanto ele estava internado em Baixo Guandu
ulher suspeita que cartão bancário do pai tenha sido utilizado sem autorização durante período de internação hospitalar. Movimentações teriam beneficiado contas de terceiros.

Uma mulher procurou atendimento em Baixo Guandu, para denunciar possíveis movimentações bancárias irregulares na conta de seu pai, um idoso que estava internado no Hospital Dr. João dos Santos Neves. O caso foi comunicado no dia 12 de outubro de 2026 e envolve suspeitas de saques e transferências realizados sem autorização.
Segundo o relato da filha, o pai estava internado desde o dia 19 de setembro, após apresentar complicações de saúde. Durante esse período, uma mulher que acompanhava o idoso no hospital teria tido acesso ao cartão bancário e à senha dele.
A filha suspeita que o cartão tenha sido utilizado para movimentar valores da conta do pai sem o conhecimento ou consentimento dele.
Mulher que acompanhava idoso é citada na denúncia
De acordo com as informações apresentadas, a pessoa apontada na suspeita teria passado uma noite no hospital acompanhando o idoso.
A filha acredita que, durante esse período, a mulher tenha descoberto a senha do cartão bancário e posteriormente realizado movimentações financeiras.
A comunicante também informou que mantém uma conta conjunta com o pai, o que teria permitido identificar movimentações consideradas suspeitas.
Entre as operações mencionadas estão saques e transferências para contas bancárias de outras pessoas, incluindo a mulher que acompanhava o paciente.
Transferências para contas de terceiros levantaram suspeitas
Ainda segundo o relato, o dinheiro teria sido movimentado por meio de diferentes operações bancárias, com valores destinados a contas de terceiros.
A filha afirmou que identificou movimentações que considera incompatíveis com a situação do pai, que permanecia hospitalizado.
O documento apresentado não informa o valor total que teria sido retirado das contas, nem detalha as datas e os valores individuais das operações.
Também não há, nas informações disponíveis, confirmação de que as transações tenham sido realizadas sem autorização do titular.
Caso foi comunicado em outubro
Diante das suspeitas, a filha decidiu comunicar o ocorrido para que as circunstâncias das movimentações financeiras fossem apuradas.
O caso foi classificado inicialmente como furto, mas ainda depende de esclarecimentos sobre a origem das transações e a eventual responsabilidade das pessoas mencionadas.
Até o momento, não há informações sobre a conclusão da apuração ou eventual recuperação dos valores.
O Portal ES FALA ressalta que as informações apresentadas têm como base o relato da filha do idoso. As suspeitas não representam comprovação de crime ou de responsabilidade das pessoas citadas.
O espaço permanece aberto para manifestação dos envolvidos.




