Denúncia de racismo marca jogos estudantis em Colatina
Nesta quinta-feira (12), um episódio lamentável de racismo marcou os Jogos Estudantis Colatinenses (JEC). Durante a partida entre o Colégio Marista e o Ifes Campus Itapina, uma mãe de um dos estudantes veio a público para denunciar que seu filho foi alvo de insultos racistas vindos da torcida adversária. O episódio causou grande comoção, tanto […]

Nesta quinta-feira (12), um episódio lamentável de racismo marcou os Jogos Estudantis Colatinenses (JEC). Durante a partida entre o Colégio Marista e o Ifes Campus Itapina, uma mãe de um dos estudantes veio a público para denunciar que seu filho foi alvo de insultos racistas vindos da torcida adversária. O episódio causou grande comoção, tanto pela gravidade das ofensas quanto pelo contexto esportivo, que deveria promover integração e respeito.
Em uma nota divulgada nas redes sociais, a mãe do aluno expressou sua profunda indignação, afirmando que o comportamento discriminatório foi extremamente doloroso para o filho e sua família. Ela ressaltou que o racismo, em qualquer circunstância, é inaceitável, especialmente em eventos escolares. “É inadmissível que em um espaço que deveria ser de celebração do esporte e da convivência saudável entre os jovens, se perpetuem atitudes tão preconceituosas”, afirmou. A mãe sofreu a exigências rigorosas dos responsáveis e pediu que medidas preventivas sejam impostas para evitar que situações semelhantes ocorram
A resposta das instituições envolvidas foi imediata. O Ifes Campus Itapina, colégio dos torcedores acusados de racismo, emitiu um comunicado oficial repudiando o ocorrido. A instituição destacou que preza pelos valores de inclusão, respeito e igualdade, e que já está apurando o caso internamente para identificar os envolvidos e tomar as medidas preventivas.
A solidariedade não se limita às instituições diretamente envolvidas. Outras escolas participantes dos Jogos Estudantis, como o Colégio Passionista João XXIII, se manifestaram publicamente em apoio à vítima, cobrando que os organizadores do evento adotassem ações firmes para prevenir e combater o racismo nas futuras competições.
O caso segue em investigação pelas instituições envolvidas e pelos órgãos competentes, que buscam uma solução justa e medidas concretas para prevenir novas ocorrências de racismo em ambientes escolares.
4 comentários
- Margarete Nascimento
Os responsáveis pelo evento tem mesmo que tomar atitude . Pois esse tipo de comportamento pode causar danos psicológicos em muitas crianças , ainda em formação. Parabéns para a mãe por tomar atitude correta.
- Rosana
É lamentável de isto ter acontecido novamente pois minha filha foi participar desses jogos e também foi ofendida por mãe de uma aluna da escola lions no dia 05 de setembro.
Essa mãe teve a ousadia de xingar minha filha de filha da puta e desgraça, se as pessoas não sabem o que é um esporte é melhor nem participar. - Xico
Há uns 25 anos atrás, tudo era considerado normal, os alunos da escola agrícola eram chamados de maconheiros, os alunos do castelo branco e maristas de filhinhos de papai, as brigas pós jogos entre alunos de escolas rivais ( Honório x Poli ) eram o ponto alto dos jogos, enfim, JEC era sinônimo de confusão, e quando acabava os jogos, voltava tudo ao normal … Mas como dizem os estudiosos, outros tempos.
Até quando nós negro vomos ser escravizado verbalmente por pessoa que tem só a pele branca mas seus coração estão tão preto quanto os negro




