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Unidades prisionais de Colatina e Linhares ofertam cursos on-line pelo Programa Qualificar ES

Na última segunda-feira (4), o sistema prisional do Espírito Santo deu início à terceira edição de cursos on-line pelo Programa Qualificar ES, com a oferta de 186 vagas em diversas formações voltadas a quatro unidades prisionais do Estado, incluindo a Penitenciária Semiaberta Masculina de Colatina (PSMCOL). Essa iniciativa, realizada pela Secretaria da Justiça (Sejus) em […]

Por ES Fala
· 1 min de leitura · 1 comentário
Unidades prisionais de Colatina e Linhares ofertam cursos on-line pelo Programa Qualificar ES

Na última segunda-feira (4), o sistema prisional do Espírito Santo deu início à terceira edição de cursos on-line pelo Programa Qualificar ES, com a oferta de 186 vagas em diversas formações voltadas a quatro unidades prisionais do Estado, incluindo a Penitenciária Semiaberta Masculina de Colatina (PSMCOL). Essa iniciativa, realizada pela Secretaria da Justiça (Sejus) em parceria com a Secretaria da Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissional (Secti), busca preparar pessoas privadas de liberdade para reintegração ao mercado de trabalho.

As aulas, com carga horária de 120 horas, acontecem nos laboratórios das unidades em horários distintos, com 1h30 de duração por dia. A Penitenciária de Segurança Máxima 1 (PSMA1), o Centro de Detenção e Ressocialização de Linhares (CDRL) e a Penitenciária Semiaberta de São Mateus (PSSM) também participam do programa. Entre os cursos oferecidos estão Auxiliar de Creche, Educação Especial e Inclusiva, Informática Básica, Inglês (básico e intermediário), Panificação, Secretaria Escolar, além de Word e Excel.

Este ano, as penitenciárias do Espírito Santo já ofertaram 673 vagas em cursos de qualificação profissional, nas modalidades on-line e presencial. A gerente de Educação, Trabalho e Assistência, Regiane Kieper, vinculada à Subsecretaria da Ressocialização (SRES), enfatizou o compromisso da administração em aumentar as oportunidades para as pessoas privadas de liberdade.

“Essas parcerias são fundamentais para qualificar e preparar essa população para o mercado de trabalho. Nosso Programa de Ressocialização foca na oferta de educação formal e qualificação profissional, dando a essas pessoas uma chance de recomeçar a vida fora do cárcere”, afirmou Kieper.

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1 comentário

  1. Xico

    Sou ex aluno de Senai, agora a pergunta, porque só ir atrás de se qualificar depois de preso? Eu fico revoltado quando escuto um criminoso falar : só entrei nessa porque não tive oportunidades na vida, conversa para boi dormir… Sobram ofertas de qualificação, falta interesse da população.

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