Fisiculturista colatinense participa do Arnold Classic South América, o maior evento de fisiculturismo da América Latina

O fisiculturista Alef Bryan Rizzi, natural de Colatina e atualmente residente em Guarapari, no litoral do Espírito Santo, marcou presença no Arnold Classic South America 2025, o maior evento de fisiculturismo da América Latina. Com cinco anos de dedicação ao esporte, Alef participou da feira como visitante, buscando atualização, inspiração e novas experiências no universo que tanto ama.

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O Arnold Classic, que parou o Brasil com sua grandiosidade, vai muito além das competições. O evento reúne atletas renomados, marcas internacionais, profissionais da saúde, nutrição e performance, transformando-se em um verdadeiro centro de referência para quem vive o mundo fitness.

“Pra quem ama o esporte, é uma honra participar do Arnold. É uma experiência que vai muito além do palco. A gente aprende, se inspira e se renova”, contou Alef com entusiasmo.

Durante os dias da feira, ele acompanhou competições de alto nível, conheceu estandes das principais marcas do setor, interagiu com referências do fisiculturismo mundial e destacou o quanto a imersão no evento fortaleceu sua motivação pessoal.

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Alef Bryan Rizzi participando do evento/Acervo pessoal

“Estar nesse ambiente me fez enxergar ainda mais o valor de cada sacrifício. O Arnold mostra que todo esforço vale a pena. Se você ama o fisiculturismo, precisa viver isso pelo menos uma vez na vida.”

Alef está atualmente em fase de preparação e, segundo ele, faltam apenas 44 dias para subir ao palco em sua próxima competição. Participar do Arnold Classic serviu como combustível emocional e técnico para continuar sua jornada com ainda mais foco e determinação.

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A história do fisiculturismo no Brasil

O fisiculturismo no Brasil tem suas raízes nos anos 1930 e 1940, quando a prática da cultura física começou a ganhar destaque, influenciada principalmente por correntes europeias e norte-americanas. Inicialmente, era vista como uma atividade voltada à estética e à saúde, praticada em academias rudimentares com equipamentos simples e improvisados.

A partir da década de 1950, começaram a surgir os primeiros campeonatos de fisiculturismo no país, organizados por associações regionais. Um dos pioneiros foi Newton Siqueira de Carvalho, considerado o “pai da musculação no Brasil”, que também promoveu eventos de culturismo.

Nos anos 1960 e 70, o esporte começou a se consolidar com a fundação de federações e maior participação em campeonatos internacionais. A influência de atletas como Arnold Schwarzenegger foi determinante para a popularização da modalidade, inclusive em solo brasileiro.

Anos 1980 e 1990: crescimento e segmentação

Nas décadas seguintes, o fisiculturismo passou a ganhar mais espaço nas academias, mas também sofreu resistência e preconceito por conta do uso de substâncias para ganho muscular, o que exigiu mais regulamentação.

Nesse período, o esporte começou a se profissionalizar, com categorias específicas (leve, médio, pesado) e a introdução de categorias femininas, embora com pouco apoio da mídia e patrocínios.

A partir dos anos 2000, o fisiculturismo brasileiro cresceu significativamente, tanto em número de atletas quanto em estrutura de competições. Com o fortalecimento de federações como a IFBB (International Federation of Bodybuilding and Fitness) e o surgimento de novos eventos nacionais e internacionais no país, o esporte ganhou mais visibilidade.

O Arnold Classic South America, realizado anualmente em São Paulo, se tornou o maior evento da América Latina, reunindo atletas, marcas e fãs de todo o continente.

Atualidade: inclusão, diversidade e profissionalismo

Hoje, o fisiculturismo brasileiro é reconhecido mundialmente. Atletas como Eduardo Corrêa, Juliana Malacarne, Angela Borges, entre outros, colocaram o país no topo do ranking mundial.

Além disso, o esporte se diversificou em categorias, como:

  • Men’s Physique
  • Bikini
  • Wellness (criada no Brasil e levada ao cenário mundial)
  • Classic Physique

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