Três moradores de Linhares estão entre as 11 pessoas que morreram em um grave acidente registrado na manhã deste sábado (27), na BR-101. A colisão aconteceu no km 953 da rodovia, em um trecho do município de Mucuri, no extremo sul da Bahia, próximo à divisa com o Espírito Santo.
As vítimas capixabas seguiam em uma caminhonete e foram identificadas como Olívio Salezze, de 90 anos, Irene Salezze, de 87, e Augusto Salezze Netto, de 69 anos. A família residia em Linhares. Conforme apurado, Augusto conduzia o veículo e levava os pais para Teixeira de Freitas.
SIGA O INSTAGRAM DO PORTAL DE NOTÍCIAS ES FALA:@esfalaoficial

Três moradores de Linhares morrem na BR-101. 11 vítimas fatais já foram reconhecidas/Redes sociais
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, o acidente ocorreu pouco antes das 9h. Uma minivan modelo Doblô, com oito ocupantes, seguia no sentido Vitória quando invadiu a contramão e colidiu frontalmente com a caminhonete S10 onde estavam os moradores de Linhares.
Com o impacto, os dois veículos pegaram fogo. As chamas se espalharam pela pista e atingiram a vegetação às margens da rodovia. A BR-101 ficou totalmente interditada até o início da tarde, sendo liberada por volta das 13h40.
Ainda no local, segundo a PRF, foi possível constatar que a minivan entrou na contramão. As causas da manobra seguem em investigação. “Pode ter sido uma ultrapassagem, falta de atenção, uso de celular, estouro de pneu ou problema mecânico. Tudo isso será avaliado. As marcas no local indicam que a Doblô foi para a contramão”, explicou o policial rodoviário federal Marcelo Batista.
ACOMPANHE AS NOTÍCIAS DO ES FALA TAMBÉM PELO FACEBOOK

Vítimas e identificação
Dez pessoas morreram no local. Uma vítima chegou a ser socorrida e levada para um hospital no Norte do Espírito Santo, mas não resistiu aos ferimentos, elevando o total para 11 mortes.
Das vítimas, oito estavam na minivan. Elas moravam no distrito de Itabatã e viajavam para passar o réveillon na Praia de Costa Dourada.
Os corpos foram encaminhados ao Departamento de Polícia Técnica (DPT). Segundo a perícia, parte das vítimas morreu carbonizada, o que exige exames complementares para a identificação. “Dois corpos não estavam carbonizados e já serão liberados. Os demais passam por procedimentos, como papiloscopia, comparação odontolegal e, posteriormente, DNA”, informou o perito criminal Raul Vítor de Oliveira.














