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Empresário de São Gabriel da Palha e ex-secretário de São Mateus são presos em operação da Polícia Federal

Investigação apura suspeitas de fraude em licitação, corrupção, lavagem de dinheiro e desvio de recursos públicos

Por ES Fala
· 1 min de leitura · Sem comentários
Empresário de São Gabriel da Palha e ex-secretário de São Mateus são presos em operação da Polícia Federal

A Polícia Federal realizou, nesta quinta-feira (7), uma operação que resultou na prisão de um empresário de São Gabriel da Palha e de um ex-secretário municipal de São Mateus investigados por suposto envolvimento em um esquema de fraudes em licitações, corrupção, peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Segundo informações apuradas pela reportagem junto a fontes ligadas à investigação, os presos são o empresário Adelino Panaffo Júnior, proprietário da empresa Norte Ambiental, e o ex-secretário municipal de Obras de São Mateus, Francyberg Mota Ribeiro.

De acordo com a Polícia Federal, Adelino foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo de calibre permitido durante o cumprimento dos mandados judiciais. Já Francyberg teve a prisão preventiva decretada pela Justiça.

A operação cumpriu dois mandados de prisão e sete mandados de busca e apreensão expedidos pelo Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES). Durante as diligências, os agentes apreenderam mídias digitais, documentos, veículos e joias de ouro, materiais que serão analisados no decorrer das investigações.

Segundo a PF, a investigação busca aprofundar a apuração sobre possíveis crimes contra a Administração Pública ocorridos durante a gestão do ex-prefeito de São Mateus, Daniel Santana. Apesar disso, a corporação informou que o ex-prefeito não é alvo desta operação.

Em nota, a Polícia Federal destacou que a ação tem como objetivo interromper atividades criminosas, responsabilizar os envolvidos e recuperar recursos públicos supostamente desviados.

Os investigados poderão responder por crimes de fraude à licitação, peculato, corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Somadas, as penas podem ultrapassar 30 anos de prisão, segundo a PF.

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