Grandes empresas e costureiras residenciais em Colatina, mudam a linha de produção para atender necessidades do mercado

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Para enfrentar a pandemia, empresas e mão de obras residenciais, que não estavam conseguindo manter-se, mudaram o jogo e ajudam no enfrentamento da covid-19. Elas se reinventaram, mudaram as linhas de produção e agora, estão oferecendo o que a população precisa, como máscaras de proteção. 

Na produção de máscaras em Colatina, estão desde costureiras que trabalham em suas casas até grandes indústrias que estavam paradas. É o caso de uma gigante de confecções localizada em Colatina. A empresa estaria parada, caso não tivesse decidido alterar a linha de produção. Ao invés das 800 mil peças de roupas por ano, a fábrica passou a produzir máscaras. 

Em menores proporções, também é o caso da costureira de produtos artesanais Regina Lagasse, moradora do bairro São Vicente que costura a mais de 20 anos. “A gente tem que acompanhar cada época, cada período tem suas características e necessidades”. Afirma Dona Regina que faz dezenas de máscaras diariamente. No local onde ficam suas máquinas de custura, percebesse que a produção está totalmente voltada  para fabricação de máscaras.

Mas não só as grandes fábricas do município e as costureiras residenciais estão priorizando a produção de máscaras. Em Colatina foi montada uma fábrica dentro de um dos presídios para a confecção do produto. Máquinas e matéria prima foram destinadas pelo governo para a produção em massa desta proteção tão importante. As máscaras confeccionadas estão chegando como doação em várias partes do Estado.

Sobrevivência, adaptação necessidade, máquinas e mãos que ontem costuravam as mais lindas roupas para que as pessoas andassem na moda, hoje produzem máscaras para as pessoas e empresas permanecerem vivas.

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