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Golpe do falso advogado causa prejuízo superior a R$ 28 mil para pai e filha em Marilândia

Criminosos utilizaram a foto do verdadeiro advogado, conheciam detalhes do processo judicial da vítima e chegaram a simular uma audiência por videochamada para convencer a família a realizar transferências bancárias.

Por ES Fala
· 1 min de leitura · Sem comentários
Golpe do falso advogado causa prejuízo superior a R$ 28 mil para pai e filha em Marilândia

Pai e filha moradores de Marilândia, tiveram um prejuízo superior a R$ 28 mil após caírem no golpe do falso advogado, uma modalidade de estelionato que tem feito vítimas em diversas cidades da região.

Segundo relato das vítimas, o contato foi feito por meio do WhatsApp utilizando a foto do advogado responsável pelo processo judicial da família. Como realmente possuíam uma ação na Justiça relacionada a um benefício por incapacidade, eles não desconfiaram da abordagem.

Durante a conversa, os criminosos informaram que havia uma boa notícia sobre o andamento do processo e demonstraram conhecer diversos detalhes do caso e dos dados pessoais das vítimas, o que aumentou a credibilidade da fraude.

Na sequência, os golpistas orientaram que a vítima participasse de uma suposta audiência virtual com um falso promotor de Justiça. Durante a videochamada, pediram que fossem acessadas as contas bancárias e solicitaram ainda que fossem mostrados, pela câmera do celular, a frente e o verso dos cartões bancários.

Seguindo as orientações recebidas, a família acabou realizando diversas movimentações financeiras entre contas e efetuou uma transferência via Pix no valor de R$ 3.780 por meio de um QR Code enviado pelos criminosos.

Além disso, houve uma tentativa de compra utilizando um cartão de crédito no valor de R$ 12.819,84, parcelada em quatro vezes. A operação, no entanto, foi bloqueada automaticamente pela instituição financeira por suspeita de fraude.

Somando as transferências realizadas, os valores movimentados entre as contas e a tentativa de utilização do cartão de crédito, o prejuízo ultrapassa R$ 28 mil.

O caso é mais um alerta para esse tipo de golpe, que tem se tornado cada vez mais sofisticado. Especialistas orientam que advogados não solicitam movimentações financeiras, compartilhamento de senhas, dados bancários ou informações de cartões por telefone ou aplicativos de mensagens.

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