Governo do Estado: Fundo de Proteção ao Emprego é apresentado para empresários do setor de Educação Física e hoteleiro

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Empresários do segmento de atividades físicas e do setor hoteleiro participam de apresentações on-line, na tarde desta terça-feira (18), para a exposição das condições da linha de crédito emergencial do Fundo de Proteção ao Emprego (FPE), operada pelo Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes). Serão dois eventos virtuais: o primeiro, às 13h30, reunido profissionais do setor de educação física, como representantes de academias e clinica esportivas; já o segundo, acontece às 15h, com empresários do setor de hotelaria.

Durante a apresentação, os empresários contarão com a presença do diretor-presidente do Bandes, Munir Abud de Oliveira, que esclarecerá para os participantes as formas de acesso ao financiamento. O fundo tem disponibilidade de R$ 250 milhões para contratação de capital de giro para empresas impactadas pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Munir Abud destaca que o diferencial da linha de crédito é a taxa de juros, praticamente inexistente, uma vez que os financiamentos apenas sofrerão correção pela taxa Selic.

“A linha de crédito emergencial disponibilizada pelo Bandes oferece diversos atrativos ao setor empresarial, com condições operacionais adequadas para o momento econômico que vivenciamos. Além disso, tem menos burocracia para facilitar o acesso ao recurso pelo empresário. A equipe do banco está em um esforço para atendimento das demandas para que o crédito possa chegar de forma ágil a quem necessita”, destacou.

O encontro terá a participação do empresário Gustavo Guimarães, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Espírito Santo, e também de Michel Barra, presidente do Conselho Regional de Educação Física, que pontuou a relevância do encontro. “O setor de atividades físicas ficou cerca de 100 dias fechado, neste período de pandemia e houve um custo grande. Então, o crédito vai ser um alento para as empresas, a maioria deve usar para a quitação de dívidas”, explicou.

O Fundo faz parte do pacote de medidas socioeconômicas do Governo do Espírito Santo como forma de mitigar os impactos sobre as empresas que foram prejudicadas pela pandemia do novo Coronavírus (Covid-19). A linha de crédito do Fundo de Proteção ao Emprego será destinada ao apoio aos empresários de todo o Estado neste momento de retração econômica, com condições adequadas para manutenção das atividades produtivas.

Atendimento on-line

Os recursos atendem a negócios em setores impactados de imediato com o distanciamento social e menor circulação de pessoas. O empresário tem à disposição atendimento personalizado da equipe do banco, podendo tirar dúvidas sobre a contratação dos recursos pela central de atendimento do Bandes e pelo site da instituição. Para acessar o crédito, o interessado deve entrar no site do banco e preencher um formulário que será remetido à instituição para cadastro e análise, a partir do início das operações da linha. A medida possibilita maior agilidade e flexibilidade para o atendimento.

A linha de financiamento do Fundo de Proteção ao Emprego poderá financiar capital de giro em condições bastante atrativas, com prazo de até 72 meses para pagar, incluídos 12 meses de carência. A linha é considerada sem juros, uma vez que o recurso financiado só tem correção pela taxa Selic.

Plano Espírito Santo — Convivência Consciente

O Fundo de Proteção ao Emprego é uma das iniciativas de enfrentamento que faz parte do Plano Espírito Santo — Convivência Consciente, um conjunto de ações envolvendo órgãos do poder público e do setor produtivo para promover o desenvolvimento econômico, priorizando as pessoas, para reduzir os impactos sofridos pela população capixaba em decorrência da pandemia da Covid-19. São previstos mais de R$ 32 bilhões em investimentos dos Governos Federal, do Estado e do setor privado até o final de 2022. A estimativa é de que sejam criadas mais de 100 mil vagas de emprego.

O Plano apresenta sete eixos de atuação: Desburocratização; Medidas Tributárias; Crédito e Financiamento; Monitoramento dos Impactos na Economia; Aceleração dos Investimentos Públicos e Privados; Inovação e Tecnologia e Geração de Emprego e Renda.

O Conselho Gestor do Plano Espírito Santo — Convivência Consciente é formado pelas Secretarias de Economia e Planejamento (SEP); Mobilidade e Infraestrutura (Semobi); Fazenda (Sefaz); Governo (SEG) e de Inovação e Desenvolvimento (Sectides), que vão acompanhar de perto a implementação das medidas previstas no Plano.

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