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Bombeiro de Colatina enfrenta temperatura abaixo de zero em resgate na Turquia

O bombeiro da Companhia de Colatina, sargento Breno e mais cinco Bombeiros Militares do Espírito Santo que fazem parte da equipe de ajuda após o terremoto da Turquia vêm enfrentando desafios e dificuldades na missão. Nesta segunda-feira (13), o frio intenso tem sido um dos principais obstáculos enfrentados pelos militares, que relatam temperaturas de até -5ºC. As equipes […]

Por ES Fala
· 1 min de leitura Atualizado · Sem comentários
Bombeiro de Colatina enfrenta temperatura abaixo de zero em resgate na Turquia

O bombeiro da Companhia de Colatina, sargento Breno e mais cinco Bombeiros Militares do Espírito Santo que fazem parte da equipe de ajuda após o terremoto da Turquia vêm enfrentando desafios e dificuldades na missão. Nesta segunda-feira (13), o frio intenso tem sido um dos principais obstáculos enfrentados pelos militares, que relatam temperaturas de até -5ºC. 

As equipes seguem empenhadas na missão que consiste, principalmente, em atuar na varredura final de locais onde já foram realizadas buscas. Para amenizar a situação, cobertores, aquecedores, garrafas térmicas, fogareiros e pontos de energia elétrica foram providenciados.

Além disso, durante a manhã, os militares apoiaram as buscas após o desabamento de um prédio de 9 andares. No local, foram cortadas lajes, que foram elevadas com o uso de guindastes, mesmo com risco real de desabamento de um prédio lateral. Desde o primeiro dia de atuação, a cadela Case já indicou quatro locais com vítimas.

Entre os militares enviados a Turquia, está o sargento Breno e a cadela Case/crédito Corpo de Bombeiros.

Os combatentes seguem trabalhando nas buscas por sobreviventes que estão em edificações que desabaram após o abalo sísmico, registrado na madrugada de segunda-feira (6). 

A Base de Operações da Missão Humanitária Brasileira foi montada, neste fim de semana, na cidade de Kara Mamaras, epicentro do terremoto, a 681 km da capital Ancara. Com o grupo, foram enviadas para o país mais de 10 toneladas de equipamentos, medicamentos e suprimentos.

Os militares atuam conforme as orientações das autoridades locais, realizando buscas em pontos específicos onde haja alguma possibilidade de vítima sobrevivente. Em cada ponto de busca, eles vasculham os escombros à procura de sinais de vida, utilizando equipamentos de rastreio, assim como os cães treinados.

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