Defesa da Babá suspeita de agredir criança de 4 anos, em Colatina, se manifesta em comunicado oficial

A defesa da babá suspeita de agredir uma criança de 4 anos em Colatina divulgou uma nota oficial por meio de seu corpo jurídico.

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Leia a nota na íntegra!

A babá, que recentemente tem sido falsamente acusada de maus-tratos, vem, por meio de seu corpo jurídico, informar que os fatos estão sendo devidamente esclarecidos em um inquérito policial, que, devido à natureza das questões – envolvimento de menor de idade -, corre em segredo de justiça.

O que se pode esclarecer no presente momento, considerando a necessidade de manter o segredo de justiça, é que a suposta prática de maus tratos nunca ocorreu. Todas as alegações difundidas são, na verdade, notícias falsas e caluniosas, cujo único intuito é o de prejudicar a imagem da empregada, como forma de desacreditar qualquer versão que a trabalhadora possa prestar.

Dessa forma, trata-se de disseminação de notícias falsas com o intuito de intimidar a empregada, como uma estratégia encontrada pela antiga contratante para desencorajá- la de buscar seus direitos trabalhistas e enfraquecer suas alegações.


Importante ressaltar que a empregada atuou em favor da genitora do menor, inicialmente cuidando dos avós maternos da criança e, posteriormente, da própria criança, durante quase dois anos, sem que tenha sido registrado o contrato de trabalho em sua carteira ou efetuado o pagamento de quaisquer verbas trabalhistas. Portanto, as notícias difamatórias são uma clara tentativa de encobrir o fato de que a empregadora nunca cumpriu com suas obrigações trabalhistas.

Causa tristeza a divulgação de informações falsas a seu respeito, que retratam situações que jamais ocorreram, e, neste ponto, repudia veementemente tais alegações. A trabalhadora também lamenta a falta de preocupação por parte da genitora da criança em preservar a imagem do menor, ao compartilhar um áudio de uma conversa claramente conduzida de maneira desonesta, sem considerar potenciais repercussões negativas que isso poderia gerar. Isso deixa transparecer que a genitora está se aproveitando de uma oportunidade para autopromoção de forma questionável.


Se a intenção da genitora era a de tomar as medidas juridicamente cabíveis para o ocorrido, ela deveria ter buscado as autoridades competentes para tanto e aguardar o devido processo legal, e não ter utilizado as redes sociais e de notícias para divulgações de fatos que são constitucionalmente tratados como segredo de justiça, e que sequer foram provados.

Todos os acontecimentos estão sendo minuciosamente esclarecidos perante a competente Autoridade Policial. Portanto, as infundadas alegações que foram disseminadas serão devidamente submetidas aos devidos processos e julgamentos, seja no âmbito trabalhista, cível ou criminal, conforme apropriado.

ALMEIDA & KEFLER
CONSULTORIA E ASSESSORIA JURÍDICA


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