Procon de Colatina intensifica fiscalização para garantir transparência na Black Friday 2023

O Procon Municipal de Colatina está em ação, promovendo uma intensa fiscalização nos comércios locais em preparação para a Black Friday 2023, marcada para o dia 24 de novembro. O objetivo é assegurar que os consumidores não sejam prejudicados por práticas enganosas, como falsas reduções de preços.

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A iniciativa visa evitar que os preços subam abusivamente nas semanas anteriores à Black Friday, apenas para serem “reduzidos” aos valores normais no dia do evento. O coordenador do Procon de Colatina, Alcenir Coutinho, destaca a importância de acompanhar a evolução dos preços para garantir a transparência e evitar possíveis lesões aos consumidores.

Além da fiscalização, o Procon destaca alguns procedimentos simples que os consumidores podem adotar para se protegerem, como fazer uma lista do que realmente precisam, pesquisar preços com antecedência, verificar ofertas em sites confiáveis e desconfiar de produtos com preços muito abaixo do usual. Para compras em lojas físicas, é recomendado conhecer as condições de troca.

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O Procon de Colatina está aberto para receber queixas relacionadas a abusos durante a Black Friday. Os consumidores podem procurar o órgão, localizado no térreo do Colatina Shopping, no Centro, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. O telefone de contato é (27) 3721-1313.

BLACK FRIDAY

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Realizada na última sexta-feira de novembro, a Black Friday é uma tradição iniciada nos Estados Unidos que se espalhou pelo mundo. Na data, são realizadas diversas promoções, com descontos em lojas físicas e virtuais.

DIFERENÇA ENTRE PUBLICIDADE ENGANOSA E PUBLICIDADE ABUSIVA

Publicidade enganosa é aquela com informações falsas, seja inteira ou parcialmente, que possam induzir o consumidor ao erro. As informações podem ser quanto às características, qualidade, propriedade, preço, forma de pagamento ou qualquer outro dado referente ao produto.

A publicidade é abusiva quando incita a violência, explora medo ou superstição. Também é considerada abusiva a publicidade que se aproveita da ausência de julgamento de crianças e induz o consumidor a se comportar de forma prejudicial à sua saúde ou segurança. 

ES FALA: imagem ilustrativa UOL

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