Um exame minucioso realizado pela perícia da Polícia Civil esclareceu a causa da morte da pequena Maria Antônia Zimmermann Pereira, de apenas 4 anos, que chocou a cidade de Itaguaçu. A criança foi encontrada sem vida em uma represa, após um intenso período de buscas mobilizado por familiares, vizinhos, e autoridades locais.
A informação crucial sobre o falecimento da menina foi anunciada pela polícia no final da tarde de terça-feira (19), destacando que o exame perinecroscópico, realizado por peritos criminalistas no local do acidente, revelou que não houve sinais de violência no corpo da criança.
O desaparecimento de Maria Antônia ocorreu na manhã de segunda-feira (18), enquanto ela brincava na casa da avó, na zona rural do município. O corpo da menina foi localizado por equipes de busca do Corpo de Bombeiros, por volta das 6h10 da manhã seguinte.
Leidiana Rossmann, madrinha da criança, expressou a consternação não só da família, mas de toda a cidade diante da tragédia. Ela detalhou que a represa onde ocorreu o afogamento está em uma área de difícil acesso, cercada por pedras e distante da residência da avó.
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Maria Antônia Zimmermann Pereira, 4 anos/crédito redes sociais
“Eu nunca fui na represa, mas sei que fica a mais ou menos de 1 a 2 quilômetros de onde Maria Antônia estava brincando. É um local de difícil acesso a pé, até mesmo para adultos. Tem uma estrada que passa por lá, mas é longe”, relatou Leidiana.
As buscas mobilizaram equipes do Posto Avançado (PAB) de Baixo Guandu, do Centro de Especializado de Resposta a Desastres (CERD) e apoio do Núcleo de Operações Táticas e Transporte Aéreo (Notaer). Além dos bombeiros, cerca de 100 pessoas se engajaram na busca pela criança.
O velório de Maria Antônia foi realizado na Igreja Luterana do município de Itaguaçu, com o sepultamento ocorrendo no Cemitério de Limoeiro do Caravaggio, em Itarana, às 8 horas da manhã.
O horário e local do enterro foram confirmados pela família, proporcionando um momento de despedida emocionante, marcado pela dor da perda prematura de Maria Antônia.
A cidade se encontra consternada diante dessa tragédia, buscando conforto e apoio para lidar com a perda irreparável de uma criança tão jovem.
ES FALA: imagem Carol Silveira e Roger Botelho/A Gazeta















