Baixa vazão do Rio Doce desperta alarme em Colatina: abastecimento em risco?

Colatina, cidade banhada pelas águas do Rio Doce, enfrenta um cenário preocupante com a diminuição drástica do fluxo hídrico. O reflexo direto dessa crise ambiental atinge não só o panorama local, mas também o abastecimento de água para a população.

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Nos últimos anos, a cidade tem testemunhado uma redução significativa no volume de chuvas. Em contrapartida, o Rio Doce, um dos principais mananciais do país, viu sua vazão atingir níveis críticos, evidenciados pela exposição de grandes bancos de areia em trechos que outrora foram navegáveis.

De acordo com o Sanear, órgão responsável pela gestão hídrica, o acumulado de chuvas neste ano é substancialmente inferior ao registrado no ano anterior, impactando diretamente na capacidade de captação de água. A necessidade de deslocar repetidamente a bomba de captação do rio ressalta a urgência da situação: em tempos de estiagem, a equipe técnica é forçada a adentrar mais profundamente o leito para garantir o abastecimento da cidade.

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“Colatina é uma cidade historicamente conectada ao Rio Doce, mas a diminuição de sua vazão coloca desafios significativos para a captação de água. É imprescindível a conscientização da população para o uso racional e a preservação desse recurso vital”, enfatiza Sebastião Demuner, diretor-geral do Sanear.

Apesar das preocupações, as autoridades garantem que não há risco iminente de racionamento. No entanto, a ênfase recai sobre a importância do uso consciente da água, visando garantir o abastecimento contínuo para toda a comunidade.

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ES FALA: imagem ilustrativa crédito Estado de Minas/informação crédito A Gazeta

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