Conab realiza primeiro leilão de compra de arroz importado. Supermercadistas da região aguardam mais informações

Nesta quinta-feira (6), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realizará o primeiro leilão em que o governo federal pretende adquirir até 300 mil toneladas de arroz importado. O leilão será realizado em formato eletrônico, na modalidade “viva voz”.

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De acordo com o edital, o arroz beneficiado deve ser polido, longo fino, tipo 1, da safra 2023/2024. Ele deve ser embalado em pacotes de 5 kg, transparentes e incolores, permitindo a perfeita visualização do produto.

A Conab espera que o arroz importado esteja disponível nas gôndolas dos supermercados até setembro. Conforme a portaria publicada, o preço de venda ao consumidor final será de R$4,00 por quilo, resultando em R$20,00 para o pacote de cinco quilos.

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No entanto, haverá um limite máximo de venda por comprador e por consumidor. Embora essas informações estejam sendo amplamente divulgadas pelo governo federal, oficialmente ainda não chegaram ao setor supermercadista.

Associações que representam o setor supermercadista estão tentando se comunicar com os órgãos federais, mas têm obtido poucos detalhes sobre a distribuição. Os varejistas ainda não têm clareza sobre o potencial de compra que poderão utilizar.

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O Portal de Notícias ES Fala conversou com supermercadistas de Colatina, que afirmaram ter um bom estoque de arroz nacional. No entanto, devido ao grande consumo do produto, em breve será necessário renovar os pedidos, desta vez, para o produto importado.

A decisão do governo federal de importar arroz foi tomada devido ao alto volume de chuvas no Rio Grande do Sul, que afetou significativamente a produção gaúcha, responsável por cerca de 68% do arroz produzido no Brasil.

A importação visa evitar a especulação financeira e estabilizar o preço do produto nos mercados de todo o país. As compras de arroz ocorrerão por meio de leilões públicos ao longo deste ano, com o objetivo de garantir o abastecimento e manter os preços acessíveis para a população.

Esta medida é crucial para assegurar que o arroz continue sendo um item acessível e disponível nas prateleiras dos supermercados brasileiros, atendendo à demanda dos consumidores e evitando aumentos expressivos nos preços.

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