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Caso de jovem morta em Marilândia permanece sem conclusão

A dinâmica do assassinato em torno da morte de Thamyris Alexandra Virgulino Pascoal, uma jovem de 18 anos e ex-moradora de Marilândia, continua a desafiar as autoridades locais. O delegado Leonardo Ávila, titular da Delegacia de Polícia do município, compartilhou informações sobre o caso, revelando que tanto a causa quanto a motivação do crime permanecem […]

Por ES Fala
· 1 min de leitura Atualizado · Sem comentários
Caso de jovem morta em Marilândia permanece sem conclusão

A dinâmica do assassinato em torno da morte de Thamyris Alexandra Virgulino Pascoal, uma jovem de 18 anos e ex-moradora de Marilândia, continua a desafiar as autoridades locais. O delegado Leonardo Ávila, titular da Delegacia de Polícia do município, compartilhou informações sobre o caso, revelando que tanto a causa quanto a motivação do crime permanecem sem conclusão.

O corpo de Thamyris foi descoberto em uma cova rasa, em uma área rural próxima a uma região de mata, em Marilândia, em 12 de abril. Na época, o delegado Ávila mencionou a possibilidade de asfixia mecânica como a causa da morte, sugerindo que um golpe conhecido como “mata-leão” poderia estar envolvido.

Apesar de esforços, incluindo pesquisas e análises científicas realizadas pela perícia, a determinação da causa e motivação da morte de Thamyris permanece elusiva. Os laudos do exame toxicológico da vítima também não forneceram respostas definitivas, com o delegado apontando que o estado do corpo, enterrado por mais de três dias, dificultou a coleta de amostras cruciais, como sangue e urina.

Embora tenha sido observada uma lesão na cabeça da vítima, localizada na região frontal direita, não foram identificadas fraturas cranianas, descartando a possibilidade de que essa lesão tenha sido a causa da morte.

Recentemente, dois suspeitos foram indiciados pela Polícia Civil. Ivanildo Pereira da Silva foi apontado como suspeito de assassinar Thamyris e ocultar seu corpo, enquanto Bruno da Conceição foi indiciado por auxiliar na ocultação do cadáver.

O inquérito policial foi concluído e encaminhado para o Judiciário, que agora irá deliberar sobre a possibilidade de oferecer denúncia ou não.

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