A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada Antissequestro (DAS) de Vitória, continua investigando o sequestro e assassinato do agricultor Wellington Carlos Treichel, ocorrido há 31 dias. Apesar dos esforços das autoridades, nenhum suspeito foi detido até o momento, e detalhes sobre o andamento da investigação permanecem confidenciais para não prejudicar o processo investigativo.
De acordo com informações da perícia da Polícia Científica, dois tiros na cabeça foram identificados no corpo da vítima, com marcas de entrada e saída de projéteis no crânio. Além disso, foram recolhidas duas cápsulas e dois projéteis para análise.
No cenário atual, a única movimentação pública relevante é uma ação judicial de partilha de bens (inventário), movida pela esposa de Wellington, Cláudia Cristina Breda Treichel, de 53 anos. A decisão judicial assinada no dia 12 de julho nomeou Cláudia como inventariante do patrimônio do falecido. Segundo o advogado da família, Gustavo Manso Marques, a abertura do inventário é um procedimento padrão para apuração dos direitos e obrigações do falecido.
Detalhes do Crime
O crime se desenrolou no início da madrugada do domingo, 30 de maio. Conforme relatado pela Polícia Militar, dois criminosos invadiram a residência de Wellington na zona rural de Pancas. Durante a invasão, a moradora Cláudia Cristina Breda Treichel foi amarrada e o marido foi levado pelos suspeitos em um veículo.
Cláudia informou que, ao chegar em casa, encontrou o marido já amarrado e os dois homens encapuzados na residência. Os suspeitos roubaram três celulares da vítima, além de R$ 25 mil em espécie que estavam guardados em um cofre, e a chave do carro da mulher. Após colocar Wellington no interior do veículo, os criminosos fugiram, trancando Cláudia em um quarto. Ela conseguiu sair e pediu ajuda a vizinhos.
Na manhã do mesmo domingo, a Polícia Militar recebeu um chamado informando que familiares e amigos encontraram o carro T-Cross de cor branca, de Wellington, com o corpo da vítima dentro, abandonado em um local isolado, após 2 quilômetros do trevo de Alto Mutum Preto, no pé da serra.
A comunidade aguarda ansiosamente por novos avanços na investigação e pela prisão dos responsáveis por este crime brutal.
ES FALA: informações crédito Rede Notícias















