O Ministério Público do Espírito Santo (MPES) denunciou à Justiça, nesta segunda-feira (16), os cabos da Polícia Militar Allyson Augusto de Miranda e Bruno Costa de Oliveira pela morte do jovem Gustavo Barbosa Batista, de 22 anos, ocorrida no dia 13 de novembro, na comunidade de São José, zona rural de Mantenópolis, no Noroeste do Espírito Santo.
O caso ganhou desdobramentos importantes após o laudo do médico legista do Serviço Médico Legal (SML) de Colatina, que confirmou que Gustavo foi morto com um tiro na nuca, descartando a versão inicial de acidente de trânsito registrada pelos policiais.
Em 4 de dezembro, os policiais militares foram indiciados pela Polícia Civil. O cabo Allyson Augusto de Miranda foi acusado de homicídio e fraude processual, enquanto o cabo Bruno Costa de Oliveira, responsável por registrar o Boletim de Ocorrência, foi indiciado por fraude processual.
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Gustavo Barbosa Batista tinha 22 anos, e deixou uma filha de 1 ano e 6 meses e a esposa.
Inicialmente, os PMs relataram que a morte de Gustavo havia ocorrido devido a um acidente de trânsito. No entanto, a perícia realizada pela Polícia Científica e as investigações conduzidas pela Polícia Civil revelaram que o jovem foi executado com um tiro na nuca durante uma abordagem policial, apontando os dois militares como responsáveis pelo crime.
Sigilo no processo
De acordo com o MPES, a denúncia foi enviada à Justiça de Mantenópolis, mas o processo segue em sigilo por determinação judicial, o que impede a divulgação de mais detalhes neste momento.
ES FALA: informações A Gazeta.















