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Prefeito de Colatina cria mesa de negociação permanente com servidores

A gestão do prefeito Renzo Vasconcelos firmou o compromisso de criar uma mesa de negociação permanente com os servidores de Colatina, no norte do Espírito Santo. A decisão foi oficializada em reunião com representantes do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Colatina e Governador Lindemberg (Sispmc) no último dia 22 de janeiro. O sindicato realizará […]

Por ES Fala
· 2 min de leitura · 2 comentários
Prefeito de Colatina cria mesa de negociação permanente com servidores

A gestão do prefeito Renzo Vasconcelos firmou o compromisso de criar uma mesa de negociação permanente com os servidores de Colatina, no norte do Espírito Santo. A decisão foi oficializada em reunião com representantes do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Colatina e Governador Lindemberg (Sispmc) no último dia 22 de janeiro. O sindicato realizará uma reunião nesta terça-feira (28) para definir seus quatro representantes, enquanto a prefeitura contará com três membros da administração municipal direta e um do Serviço Colatinense de Saneamento Ambiental (Sanear).

A iniciativa de instaurar a mesa de negociação havia sido sinalizada pelo prefeito em dezembro, durante as discussões da equipe de transição com o Sispmc. Além da criação da mesa, outros temas relevantes foram tratados na reunião, como a devolução do Adicional por Tempo de Serviço (ATS) referente ao período de junho a novembro de 2024, implementada pela gestão anterior, de Guerino Balestrassi (MDB), e os descontos no contracheque de professores municipais.

No caso do ATS, 527 servidores foram obrigados a devolver o benefício, totalizando R$ 70 mil. Isso ocorreu após a gestão de Balestrassi ajuizar uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin), que resultou na declaração de inconstitucionalidade da Lei Municipal 3.608/90. Essa legislação regulamentava direitos como abono-aniversário, ATS e licença sem vencimento para servidores que antes seguiam o regime celetista. Desde 2005, com a implantação do regime estatutário, novos concursos deixaram de ser direcionados a celetistas.

A falta de diálogo entre a gestão de Balestrassi e os servidores resultou em uma situação inesperada. Em dezembro, o Ministério Público do Trabalho (MPT) apresentou um acordo de devolução do montante recebido, mas o sindicato se recusou a assiná-lo. Apesar disso, a antiga administração executou a devolução unilateralmente, causando insatisfação entre os servidores.

Os professores municipais também enfrentaram problemas no final de dezembro, quando receberam descontos nos contracheques, o primeiro de três parcelas. A medida foi justificada pelo departamento de Recursos Humanos como uma correção de pagamentos indevidos relacionados ao piso salarial de 2023. No entanto, o sindicato relatou que a categoria não foi informada previamente, e nem o então secretário municipal de Educação, Cidimar Andreatta, soube explicar os motivos.

Compromissos da nova gestão

Durante a reunião de 22 de janeiro, o diretor jurídico do Sispmc, Décio Rezende, destacou que a gestão de Renzo Vasconcelos se comprometeu a investigar a motivação dos descontos nos contracheques dos professores e a estudar formas de reparar os direitos perdidos.

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2 comentários

  1. Michelini dos Santos Sobrinho

    A importância de estarmos em uma mesa de negociação constante permanente com o prefeito de Colatina o diálogo fica mais afinado ganha-se os servidores e a população e a administração mostra o trabalho e por que ganhou

  2. Agmarcarioca amigo do General do Lula

    Prefeito porque nao faz essa reuniao uma vez por ano,e vamos cuidar da populaçao em geral,vamos focar em trazer empresas para dar emprego ao povo,educaçao e saude,segurança deixa para o estado.

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