Idosos à própria sorte: mudança do CRAI em Colatina vira teste de resistência

Imagine chegar cedo para uma consulta médica, encontrar a porta fechada, não ter onde sentar e ainda precisar aguardar sob o sol ou em meio ao trânsito. Esse é o novo cenário enfrentado pelos idosos de Colatina, que viram o Centro de Referência no Atendimento ao Idoso (CRAI) desaparecer de um dia para o outro.

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Depois de anos em reforma, o serviço foi abruptamente transferido para um prédio do Cerest, próximo à Catedral, no Centro. Sem comunicação eficaz, pacientes seguem se dirigindo ao local antigo, apenas para descobrir que não há mais atendimento ali. Os que conseguem chegar ao novo endereço enfrentam um verdadeiro teste de paciência e resistência, aguardando em pé, na rua, até que a unidade abra.

O CRAI, que sempre funcionou com atendimento cedo, agora se tornou um desafio. Idosos não começam o dia depois das 7h, e muitos precisam evitar o trânsito intenso e o calor da manhã. Mas, no novo local, eles não encontram nem mesmo um banco para descansar.

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Idosos aguardando abertura de CRAI par serem atendidos no município de Colatina/Leitor

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Diante desse cenário, a reivindicação é direta: o restabelecimento do horário adequado para os idosos e condições adequadas de espera. Afinal, um serviço essencial como esse não pode ser tratado como um detalhe.

Caso a Prefeitura de Colatina ou as autoridades responsáveis queiram se manifestar sobre a mudança do CRAI e esclarecer a situação, o espaço está aberto para resposta. Qualquer posicionamento oficial será inserido na matéria.

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