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Colatina, São Roque do Canaã e Pancas concentram 50% dos casos de Oropouche no ES

A febre do Oropouche segue avançando no Espírito Santo, e sete cidades do interior do estado concentram metade dos casos registrados, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (26) pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). Nenhum dos municípios mais afetados pertence à Grande Vitória. De acordo com a Sesa, os municípios com maior incidência da doença […]

Por ES Fala
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Colatina, São Roque do Canaã e Pancas concentram 50% dos casos de Oropouche no ES
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A febre do Oropouche segue avançando no Espírito Santo, e sete cidades do interior do estado concentram metade dos casos registrados, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (26) pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). Nenhum dos municípios mais afetados pertence à Grande Vitória.

De acordo com a Sesa, os municípios com maior incidência da doença são Muniz Freire, Afonso Cláudio, Pancas, São Roque do Canaã, Colatina, Santa Teresa e Domingos Martins.

Além disso, o Espírito Santo responde por cerca de 95% dos casos de febre do Oropouche registrados no Brasil. Segundo o levantamento, em 2024 foram confirmados 5.256 casos, enquanto em 2025, até a 8ª semana epidemiológica, já foram 4.869 casos, sendo 83 registros apenas na última semana.

Durante a coletiva de imprensa, a Sesa também atualizou informações sobre o primeiro caso de dengue tipo 3 no Espírito Santo. A infecção foi confirmada na última sexta-feira (21) pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Estado (Lacen/ES).

A paciente apresentou os sintomas característicos da dengue, como febre alta, dores no corpo e articulações, além de manchas na pele, mas evoluiu bem e já recebeu alta. Segundo o secretário de Saúde, Tyago Hoffmann, a paciente teve uma boa recuperação e já está em casa.

A Sesa reforçou que as equipes de saúde do estado estão treinadas e preparadas para atender novos casos da doença.

Dengue tipo 3 exige monitoramento reforçado

O sorotipo 3 da dengue causa sintomas semelhantes aos demais, mas exige maior vigilância. O secretário de Saúde alertou que, devido ao longo período sem circulação do vírus, muitas pessoas nunca tiveram contato com essa variante, o que pode aumentar o número de infectados e o risco de internações.

“Vamos manter o monitoramento dos casos e definir ações específicas dentro do Centro Integrado de Comando e Controle das Arboviroses, que instituímos recentemente”, afirmou Hoffmann.

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