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Caso da colatinense encontrada sem vida em São Mateus: irmã questiona versão oficial e aguarda investigação

O óbito da colatinense Vanessa Brun Peter da Silva, de 34 anos, encontrada em uma represa no município de São Mateus, ainda levanta questionamentos entre seus familiares, que acreditam que o caso precisa de mais investigação. Para a irmã da vítima, Regiane Brun Peter, algumas informações apresentadas pelo companheiro de Vanessa, Mauro da Silva, não […]

Por ES Fala
· 2 min de leitura Atualizado · Sem comentários
Caso da colatinense encontrada sem vida em São Mateus: irmã questiona versão oficial e aguarda investigação

O óbito da colatinense Vanessa Brun Peter da Silva, de 34 anos, encontrada em uma represa no município de São Mateus, ainda levanta questionamentos entre seus familiares, que acreditam que o caso precisa de mais investigação. Para a irmã da vítima, Regiane Brun Peter, algumas informações apresentadas pelo companheiro de Vanessa, Mauro da Silva, não coincidem.

Regiane entrou em contato com a redação, inconformada com a versão  que Mauro apresentou à polícia, onde teria relatado que ambos estavam bebendo em um bar antes de seguir para casa e somente após teria ocorrido o afogamento. “Ele me disse que eles estavam bebendo em casa e que ela saiu para a represa”, afirma Regiane.

Ao ver rapidamente o corpo da irmã, Regiane teria notado uma forte roxidão no rosto de Vanessa e passou a se perguntar se esse seria o estado esperado para um corpo que havia falecido à poucas horas. Outro ponto que chamou a atenção foi a presença de um papel, encontrado na bolsa de Vanessa, contendo o nome e o telefone de uma funerária da cidade de São Mateus, o que levantou mais dúvidas sobre as últimas horas da vítima.

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Bilhete encontrado na bolsa de Vanessa/crédito irmã da vítima.

Divergências sobre a flutuação do corpo

A reportagem buscou informações junto a profissionais da área de resgate para entender em quanto tempo um corpo pode emergir em uma represa de água parada. As respostas variaram de 1 a 7 dias, dependendo de diversos fatores.

Consultamos também uma fonte do Instituto Médico Legal (IML), que explicou que a morte por afogamento apresenta sinais característicos visíveis a olho nu. “Se foi feita a abertura de tórax e o médico conseguiu identificar, esse é o diagnóstico. O médico que fez é um profissional muito competente”, afirmou a fonte anonimamente.

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Vanessa Brun Peter da Silva, de 34 anos/Redes sociais

Ainda segundo essa fonte, o corpo sobe à superfície devido à gaseificação, e a presença de água pode acelerar esse processo. O médico responsável pelo caso também solicitou exames complementares, e a Polícia Civil deve seguir com as investigações para esclarecer todas as dúvidas levantadas pela família.

Até o momento, além do afogamento, o que se sabe de concreto é que Vanessa Brun Peter da Silva, era uma trabalhadora dedicada e mãe de duas filhas.

Na segunda matéria sobre o caso, o Portal de Notícias ES FALA cedeu espaço para que os familiares de Vanessa se manifestassem. Agora, nesta terceira matéria, reforçamos nosso compromisso com a imparcialidade e abrimos espaço para que as demais partes envolvidas tenham a mesma oportunidade de se posicionar.

ES FALA: a imagem da capa é ilustrativa

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