Desde a interdição da Ponte Fontenelli, na BR-259, que liga Colatina a Baixo Guandu, o trânsito em Colatina tem se tornado ainda mais complicado. A cidade, que já enfrenta problemas estruturais e fluxo intenso e engarrafamentos em horários de pico, agora convive com situações diárias de congestionamento, acidentes e manobras arriscadas.
Na tarde desta quarta-feira (23), mais um episódio mostrou o problema que vive o sistema viário colatinense. Uma carreta cegonha, carregada de automóveis, ficou presa ao tentar atravessar a Ponte Nova, que liga os bairros Adélia Giuberti e Esplanada. A carroceria longa acabou enganchando na cabeceira da ponte, bloqueando parcialmente o tráfego.
Segundo relatos de moradores e comerciantes da região, com a carreta imobilizada, um motorista de aplicativo tentou passar na contramão por um espaço estreito e acabou colidindo com outro veículo. As causas e responsabilidades do acidente ainda não foram divulgadas pelas autoridades policiais.
Além da falta de sinalização adequada em alguns trechos, populares reclamam da ausência de orientação por parte das autoridades de trânsito em pontos estratégicos da cidade.
A imprudência de alguns caminhoneiros também agrava ainda mais o cenário. Apesar das restrições e sinalizações existentes, motoristas têm ignorado normas básicas de segurança, tentando atravessar a ponte Florentino Avidos, que possui limitações de altura e peso, ou até mesmo removendo bloquetes da ponte do Irajá para forçar passagem. As ações colocam em risco a integridade das estruturas e a segurança de quem trafega pela região, além de demonstrar total desrespeito às regras de trânsito e ao patrimônio público.
A Prefeitura de Colatina, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e os órgãos de fiscalização de trânsito têm sido cobrados para apresentar soluções rápidas e efetivas, especialmente enquanto a interdição na BR-259 não é resolvida.
As informações desta reportagem foram narradas por populares que presenciaram os fatos no momento do ocorrido. Assim que os órgãos oficiais se manifestarem e, caso haja necessidade, a matéria será atualizada com novas informações ou correções.













