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Acusado de estupro é preso no interior de Marilândia

Mandado de prisão temporária foi cumprido por equipes da Polícia Civil de Colatina e Marilândia

Por ES Fala
· 2 min de leitura Atualizado · Sem comentários
Acusado de estupro é preso no interior de Marilândia

A Polícia Civil de Colatina e Marilândia cumpriu, nesta terça-feira (13), um mandado de prisão temporária contra um homem acusado de estupro de vulnerável, conforme o artigo 217-A do Código Penal Brasileiro. A prisão foi efetuada por agentes da 15ª Delegacia Regional de Colatina, em uma ação realizada na zona rural do município de Marilândia, no Córrego das Piabas.

A operação foi conduzida por policiais civis em escala de serviço do ISEO (Investigação e Segurança Estratégica Operacional), que, após receberem informações sobre o paradeiro do acusado, localizaram o homem em um terreno pertencente a um morador local. De acordo com informações, o suspeito não ofereceu resistência e foi preso sem apresentar lesões corporais, sendo conduzido à delegacia para os procedimentos legais.

Segundo as autoridades, o mandado de prisão foi expedido pela 2ª Vara da Comarca de Ibiraçu, onde o inquérito tramita sob sigilo, devido à natureza do crime e à necessidade de preservar a vítima.

A prisão temporária tem como objetivo garantir o andamento das investigações, evitar interferências na colheita de provas e proteger os envolvidos, especialmente a suposta vítima. O tempo de prisão poderá ser prorrogado, caso necessário, com autorização judicial.

A Polícia Civil não forneceu mais detalhes sobre o caso, respeitando a legislação que assegura sigilo em processos que envolvem crimes sexuais contra pessoas vulneráveis, como crianças, adolescentes, pessoas com deficiência ou em situação de incapacidade para consentir.

O acusado permanece à disposição da Justiça, e o caso seguirá sendo investigado pelas autoridades competentes.

Por se tratar de um caso que envolve o crime de estupro de vulnerável, e diante do fato de que as investigações tramitam sob sigilo judicial, o nome do acusado não será divulgado nesta reportagem. A medida visa resguardar o andamento das investigações e, sobretudo, proteger a identidade da vítima, conforme previsto na legislação brasileira.

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