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Escola em Baixo Guandu promove exposição sobre povos indígenas e recebe representantes da etnia Krenak

Projeto “Conexões Ancestrais” envolveu alunos em pesquisas, oficinas e debates, promovendo consciência histórica e valorização cultural

Por ES Fala
· 2 min de leitura · Sem comentários
Escola em Baixo Guandu promove exposição sobre povos indígenas e recebe representantes da etnia Krenak

A Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio (EEEFM) José Damasceno Filho, em Baixo Guandu, no Noroeste do Espírito Santo, realizou com sucesso a III Exposição Cultural com o tema “Conexões Ancestrais: A importância de se estudar os Povos Originários do Brasil”. A iniciativa envolveu toda a comunidade escolar e proporcionou aos estudantes uma imersão na diversidade cultural indígena do país.

Cada turma foi responsável por estudar uma etnia indígena brasileira, abordando aspectos como rituais, alimentação, vestuário, brincadeiras e objetos culturais. A proposta foi desenvolvida por meio de uma metodologia investigativa e colaborativa, com exibição de vídeos, rodas de conversa, pesquisas orientadas, oficinas práticas e uma grande exposição final, aberta à comunidade escolar.

O encerramento contou com a presença de representantes da etnia Krenak, que participaram de um momento especial de debate e reflexão sobre a preservação ambiental, os direitos indígenas e sua contribuição para a formação da identidade brasileira.

A professora Jocilene Schultz Pedrosa Gomes, responsável pela ação, destacou os impactos pedagógicos da atividade:

“O projeto combateu o preconceito e estimulou a consciência histórica dos estudantes, fortalecendo habilidades como protagonismo, empatia e trabalho em grupo. É uma iniciativa que reafirma o papel da escola na valorização cultural e na formação cidadã.”

Durante a mostra, os estudantes demonstraram envolvimento e sensibilidade diante das culturas estudadas. Nicolas Kenupe Santos, da 2ª série, expressou seu entusiasmo:

“Gostei muito de conhecer a cultura do povo Krenak. A visita deles ampliou nossa visão de mundo e nos mostrou que existem diversas culturas, cada uma com seu valor e importância.”

A estudante Eloá Kellem Alves Mendes, da 1ª série, também relatou sua experiência:

“Fizemos uma sala temática sobre os Yanomami. Adorei! Aprendi que ninguém é igual a ninguém e que todos têm sua própria forma de viver e demonstrar humildade.”

Para Nathalia Fischer de Souza, da 2ª série, a exposição representou um marco de aprendizado:

“A feira cultural foi uma experiência enriquecedora. Percebi o quanto é importante respeitar e valorizar a história dos povos originários.”

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