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Golpe da falsa advogada faz moradora perder quase R$ 18 mil em Baixo Guandu

Criminosos usaram WhatsApp, perfis falsos e até falsa identificação como juíza para enganar vítimas; caso foi registrado como estelionato

Por ES Fala
· 1 min de leitura · Sem comentários
Golpe da falsa advogada faz moradora perder quase R$ 18 mil em Baixo Guandu

Um golpe aplicado por criminosos que se passaram por uma advogada, supostos servidores do Judiciário e até por uma falsa juíza fez duas moradoras de Baixo Guandu caírem em uma elaborada fraude financeira. O caso, registrado como estelionato, aconteceu na manhã de sábado (15) e resultou em um prejuízo de R$ 17.900,00.

As vítimas procuraram a sede da 2ª Companhia do 8º BPM para denunciar que estavam sendo enganadas por golpistas que utilizavam o nome de uma advogada real, responsável por processos que ambas têm na Justiça. Usando uma conta falsa de WhatsApp, os criminosos informaram que uma das mulheres teria ganhado um processo no valor de R$ 18.189,95, mas que seria necessário pagar taxas e enviar informações bancárias para “liberar o dinheiro”.

Durante a conversa, outras pessoas foram adicionadas ao golpe, todas se passando por funcionários do Judiciário, incluindo uma mulher que afirmou ser juíza e usou número com DDD 27. As vítimas relataram que os golpistas mantinham uma postura de cobrança constante, pressão e impaciência — estratégia comum nesse tipo de fraude.

Sem saldo bancário para fazer os pagamentos exigidos, uma das vítimas pediu ajuda a uma amiga, também cliente da mesma advogada. A segunda mulher acabou sendo induzida a realizar diversos pagamentos via Pix, sempre orientada pelos criminosos, que davam instruções rápidas para que ela “não tivesse tempo de pensar”, segundo o boletim.

Ao final, ela realizou múltiplas transferências, totalizando R$ 17.900,00. Além disso, foi orientada a simular empréstimos em seu banco e enviar fotos da tela e até imagens do próprio rosto para os criminosos.

A advogada cujo nome foi utilizado pelos golpistas não tem relação com o crime, e teve sua identidade indevidamente usada no esquema. O caso foi registrado como estelionato e será encaminhado para investigação.

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