Preso em MG suspeito de participação em assalto que terminou com morte de sitiante em Jaguaré

Investigado teria sido motorista do grupo criminoso que invadiu propriedade rural; crime ocorreu em dezembro do ano passado

Um homem de 49 anos foi preso na manhã desta quarta-feira (11), durante a Operação Tolerância Zero, em Minas Gerais, suspeito de participar do assalto que terminou com a morte do proprietário de um sítio em Jaguaré, no Norte do Espírito Santo.

Publicidade

Segundo a Polícia Civil do Espírito Santo, o investigado, identificado como Alancastro Gomes de Almeida, teria atuado como motorista do grupo criminoso responsável pelo ataque ocorrido em 7 de dezembro do ano passado.

De acordo com as investigações, Alancastro foi identificado após análise de imagens de câmeras de segurança que o flagraram em um posto de combustíveis de Jaguaré no dia do crime. Ele também foi reconhecido por uma das vítimas.

Publicidade

Outra prova considerada relevante pela polícia foi a apreensão da placa original de um Chevrolet Onix alugado em Minas Gerais. O veículo teria sido utilizado para dar apoio à ação criminosa e estava com placa adulterada no momento do crime. A placa verdadeira foi encontrada dentro de uma picape roubada da família abordada.

Família feita refém e morte do proprietário

Segundo a Polícia Civil, no dia do crime, Alancastro e outros três suspeitos, utilizando um Chevrolet Onix branco, abordaram uma família na comunidade de Vargem Grande e roubaram uma Fiat Toro.

Publicidade

Durante a tarde, o grupo teria utilizado a caminhonete roubada e também uma motocicleta para invadir um sítio na zona rural de Jaguaré. No local, o proprietário e familiares foram feitos reféns.

Na fuga, os criminosos atiraram contra o dono do imóvel. Ele chegou a ser socorrido, mas morreu dias depois no hospital.

Ainda conforme a investigação, o filho da vítima reagiu após o pai ser baleado, assumiu a direção do veículo e avançou contra os suspeitos, atingindo a motocicleta usada por dois deles.

Um dos envolvidos, identificado como Edimar Niz de Souza, foi preso em flagrante no dia do crime após ficar ferido. Outros dois suspeitos fugiram para uma área de mata, mas foram encontrados mortos dois dias depois, em decorrência dos ferimentos sofridos na colisão.

A Polícia Civil informou que Alancastro já possuía passagem pelo sistema prisional por tráfico de drogas. Ele permanece à disposição da Justiça de Minas Gerais.

Notou alguma informação incorreta nesta matéria? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão abaixo e envie sua mensagem.

Notificar informação incorreta

Notou alguma informação incorreta nesta matéria? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Envie sua mensagem usando o formulário abaixo.