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Servidora pública morta em tiroteio em Colatina havia vencido um câncer

Adélia Lamburghini Barbosa, de 55 anos, foi atingida por bala perdida no quintal de casa, no bairro São Miguel; caso gera revolta e reforça sensação de insegurança na cidade

Por ES Fala
· 1 min de leitura Atualizado · Sem comentários
Servidora pública morta em tiroteio em Colatina havia vencido um câncer

A morte da servidora pública Adélia Lamburghini Barbosa, de 55 anos, continua causando comoção e indignação em Colatina. Vítima de uma bala perdida durante um tiroteio no bairro São Miguel, ela havia vencido recentemente uma batalha contra o câncer, no final do ano passado.

O caso foi registrado na noite do último sábado (14), quando houve um confronto armado envolvendo ocupantes de um carro e dois suspeitos que estavam em uma motocicleta. No momento dos disparos, Adélia estava no quintal de casa.

Segundo informações apuradas, minutos antes, a vítima havia retornado da igreja e chegou a receber uma ligação do filho alertando sobre o tiroteio na região. Ainda assim, ao chegar em casa, acabou sendo surpreendida pela violência.

Adélia foi atingida por uma bala perdida e socorrida por um vizinho até o Hospital Sílvio Avidos, mas não resistiu aos ferimentos.

A irmã da vítima, Sandra Lamburghini, lamentou a perda e expressou revolta com a situação.
“A gente fica com o sentimento de revolta, porque hoje em dia a gente não tem segurança nenhuma. Os bandidos estão tomando conta e nós, pessoas inocentes, temos que ficar dentro de casa”, desabafou.

Após o crime, equipes realizaram buscas na região e chegaram a visualizar dois suspeitos em uma motocicleta, sendo que um deles estava armado. Ao perceberem a presença policial, os indivíduos abandonaram o veículo e fugiram pulando muros de residências, conseguindo escapar.

O caso está sob investigação da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Colatina. Até o momento, nenhum suspeito foi identificado ou preso.

Moradores que entraram em contato com a redação destacaram o perfil solidário e religioso de Adélia. Mesmo afastada temporariamente do trabalho por estar gripada, ela continuava participando de atividades religiosas e ajudando pessoas da comunidade.

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