Parceria transforma estação de Itapina em centro de formação e atividades culturais

Nova sala multiuso em Itapina será usada para cursos, cultura e incentivo à economia local

Uma parceria entre a Vale e a Prefeitura de Colatina promete dar nova vida a um importante patrimônio histórico do município.

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As instituições assinaram, nesta quarta-feira (25), um termo de comodato que garante a cessão de uma sala multiuso, com cerca de 100 metros quadrados, na Estação Ferroviária de Itapina. O espaço será destinado a atividades de formação, capacitação profissional, treinamentos, além de ações culturais, artísticas e de incentivo à economia local.

Reformada em 2024, a estrutura conta com infraestrutura completa para atender a comunidade, incluindo climatização, banheiros acessíveis, piso emborrachado e ambientes versáteis, preparados para diferentes tipos de atividades.

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Segundo Álvaro Albergaria, gerente de Relações Institucionais Municipais da Vale, a iniciativa reforça o compromisso social da empresa com as comunidades.

“A cultura é um dos pilares do compromisso social da Vale. Essa parceria amplia o acesso às experiências culturais e contribui para aproximar a produção artística do cotidiano das comunidades vizinhas à ferrovia”, destacou.

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O prefeito Renzo Vasconcelos ressaltou a importância da iniciativa para o município, destacando o resgate e a valorização do patrimônio histórico aliado à geração de oportunidades.

“Estamos dando uma nova utilidade a um patrimônio importante da nossa história, transformando esse espaço em um ponto de encontro para cultura, capacitação e geração de oportunidades para a população”, afirmou.

A secretária municipal de Cultura e Turismo, Loressa Campostrini, também enfatizou o impacto da ação para o distrito de Itapina, destacando que o local permitirá ampliar a oferta de oficinas, encontros culturais e atividades formativas.

Patrimônio histórico ganha novo uso

Inaugurada em 1907, durante a expansão ferroviária no Brasil, a Estação de Itapina teve papel fundamental no desenvolvimento econômico e social da região, especialmente no escoamento da produção cafeeira e na integração entre municípios.

Com o passar dos anos e o avanço do transporte rodoviário, a utilização da estação foi reduzida. No entanto, o local segue preservado após ser tombado como patrimônio histórico pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult-ES).

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