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Segunda baleia é encontrada morta em menos de uma semana no litoral de Linhares; outro animal também aparece em São Mateus

Três baleias foram encontradas sem vida no Norte do Espírito Santo em apenas uma semana. Órgãos ambientais investigam as causas das mortes.

Por ES Fala
· 2 min de leitura · Sem comentários
Segunda baleia é encontrada morta em menos de uma semana no litoral de Linhares; outro animal também aparece em São Mateus

O litoral Norte do Espírito Santo registrou mais um caso de encalhe de baleia neste fim de semana. Na manhã deste domingo (19), uma baleia-jubarte macho, com cerca de 10 metros de comprimento, foi encontrada morta na Praia de Pontal do Ipiranga, em Linhares. É o segundo animal da mesma espécie localizado sem vida no balneário em menos de uma semana.

A carcaça foi encontrada na região da Terceira Avenida e já apresentava avançado estado de decomposição, exalando forte odor.

No último dia 12 de julho, outra baleia-jubarte, também macho, com aproximadamente 13 metros de comprimento, havia sido encontrada morta na região da Segunda Avenida, também em Pontal do Ipiranga.

Nas duas ocorrências, equipes do Projeto Tamar realizaram os procedimentos técnicos necessários para coleta de informações e, posteriormente, os animais foram enterrados no próprio balneário. As áreas onde as carcaças foram encontradas permaneceram isoladas por questões de segurança e saúde pública.

Baleia também aparece morta em São Mateus

No mesmo domingo (19), uma terceira baleia foi encontrada morta na Praia de Urussuquara, em São Mateus.

O mamífero marinho estava na faixa de areia e também apresentava sinais de decomposição. Moradores localizaram o animal e acionaram os órgãos ambientais.

A presença de urubus próximos à carcaça indicava que a morte havia ocorrido antes de o animal ser levado pelas correntes até a praia.

Até o momento, a espécie da baleia encontrada em São Mateus ainda não foi confirmada, assim como a causa da morte.

Causas serão investigadas

As três ocorrências serão analisadas por equipes técnicas, que deverão investigar o que provocou as mortes dos animais.

Os órgãos ambientais reforçam a orientação para que moradores e turistas não se aproximem nem toquem nas carcaças, já que animais em decomposição podem representar riscos à saúde e comprometer os trabalhos de investigação realizados pelos especialistas.

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