Criança de 1 ano e 8 meses ingere lança-perfume dentro de casa e é internada em São Mateus
Substância teria sido levada à residência por uma jovem de 19 anos, amiga da mãe da criança. O produto estava sobre uma mesa quando ocorreu a ingestão.

Uma criança de apenas 1 ano e 8 meses precisou ser hospitalizada após ingerir uma substância conhecida como lança-perfume, na madrugada desta segunda-feira (2 de novembro), em São Mateus, no Norte do Espírito Santo. Apesar da gravidade da situação, as informações disponíveis indicam que ela não corre risco de morte.
O caso aconteceu dentro de uma residência e envolve duas mulheres: a mãe da criança e uma amiga dela, de 19 anos, que teria levado o produto até o imóvel.
Segundo informações sobre o caso, a jovem de 19 anos teria chegado à residência com uma garrafa contendo lança-perfume e deixado o recipiente sobre uma mesa.
Em determinado momento, a criança teve acesso ao produto e acabou ingerindo a substância.
Após o ocorrido, ela foi socorrida e encaminhada ao Hospital Roberto Silvares, em São Mateus, onde recebeu atendimento médico.
Não foram divulgadas informações sobre a quantidade ingerida, nem se a criança é um menino ou uma menina.
Amiga da mãe nega ter levado a substância
O episódio também apresenta versões diferentes sobre a presença do lança-perfume na residência.
A mãe da criança confirmou o relato de que a substância havia sido levada ao imóvel pela amiga. Entretanto, a jovem de 19 anos negou essa versão.
Diante das informações contraditórias, as circunstâncias em que o produto chegou à residência ainda precisam ser esclarecidas.
A jovem de 19 anos passou a ser tratada como suspeita no caso, enquanto a mãe da criança foi ouvida como testemunha.
Até as informações mais recentes apresentadas, ainda não havia uma definição sobre eventuais medidas contra a jovem.
Lança-perfume oferece riscos à saúde
O lança-perfume é uma substância inalante que pode provocar intoxicação e alterações no funcionamento do organismo. A exposição pode causar problemas graves, especialmente em crianças pequenas.
A ingestão acidental de produtos químicos exige atendimento médico imediato, mesmo quando não há sintomas aparentes.
No caso ocorrido em São Mateus, a criança recebeu atendimento hospitalar e, conforme as informações iniciais, não corre risco de morte.




