Colatinense enfrenta fila para comprar gás de cozinha

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O colatinense desde a última semana começou a enfrentar filas para comprar o gás de cozinha. Segundo revendedores do município as filas estão cada vez maiores e muitos comerciantes não têm mais o produto para serem entregues. Existe a esperança de que essa semana se normalize, mas as notícias que veem das distribuidoras não são animadores.

Os motivos para a falta de gás de cozinha são dois. O primeiro devido ao aumento de consumo de quase 25% que ocorreram nos lares do município. Com as pessoas confinadas em casa o aumento do consumo de gás cresceu muito. Pessoas que se alimentavam diariamente pelos restaurantes, bares e lanchonetes passaram a se nutrir exclusivamente nas residências, desta forma a utilização diária do gás ocorre de forma crescente.

O segundo motivo é que o Governo e a Petrobras, responsáveis pelo abastecimento de GLP do Brasil, não estavam preparados para o aumento da demanda do produto. De acordo com a Associação Brasileira dos Revendedores de GLP, há escassez de gás de cozinha em 7 estados brasileiros e no Distrito Federal. A informação é do presidente da entidade, Alexandre Borjaili. O abastecimento do chamado Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) está comprometido no Espírito Santo, Bahia, Goiás, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal.

Os revendedores de Colatina dizem que as distribuidoras, somente estão abastecendo os botijões da mesma marca, ou seja, com a escassez, priorizam os clientes da empresa. Assim caminhões despacham dezenas de botijões para serem reabastecidos e voltam somente com a metade calibrado para o consumo.

Entre as medidas que serão adotadas para normalizar o abastecimento, estão a importação de 24,7 milhões de botijões pela Petrobras. De acordo com o Ministério de Minas e Energia, os distribuidores estão recebendo os botijões sem interrupções. Além disso, a passagem de veículos que transportam o produto foi garantido pelo Governo Federal, Estados e Municípios.  

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