A cor roxa foi escolhida para simbolizar o combate ao Lúpus, à Fibromialgia e ao Mal de Alzheimer, três doenças que não têm cura e que podem progredir impactando seriamente o bem-estar e a saúde dos pacientes. Apesar disso, segundo o farmacêutico colatinenses, Paulo Cezar Scardua, quando diagnosticadas e cuidadas precocemente, é possível viver muitos anos e com qualidade de vida.
Lúpus Sistêmico: esse tipo de lúpus é o mais comum e pode ser leve ou grave, conforme cada situação. Nessa forma da doença, a inflamação acontece em todo o organismo da pessoa, o que compromete vários órgãos ou sistemas, além da pele, como rins, coração, pulmões, sangue e articulações.
A fibromialgia pode aparecer depois de eventos graves na vida de uma pessoa, como um trauma físico, psicológico ou mesmo uma infecção grave. O mais comum é que o quadro comece com uma dor localizada crônica, que progride para envolver todo o corpo e é mais comum em mulheres.
A Doença de Alzheimer é uma doença causada pela morte de células cerebrais. Ela se apresenta como demência ou perda de funções cognitivas como, memória, orientação, atenção e linguagem. Existe uma diferença citada entre estudiosos com relação a doença de Alzheimer e a síndrome de demência, sendo a forma mais grave da doença, como perda progressiva de
memória e habilidades.
Quando não diagnosticada nos primeiros estágios e tratada corretamente, ela pode causar complicações irreversíveis. Já a campanha Fevereiro Laranja visa conscientizar a população sobre a importância de se atentar para os sintomas relacionados à Leucemia, uma doença maligna dos glóbulos brancos, geralmente, de origem desconhecida.
Tem como principal característica o acúmulo de células doentes na medula óssea, que substituem as células sanguíneas normais. O tratamento para leucemia pode ser complexo, dependendo do tipo de leucemia e outros fatores. No entanto, existem estratégias e recursos que podem ajudar a vencer a doença e tornar o desafio bem-sucedido.
A oferta de vitaminas antioxidantes como a A, E e C associada às drogas antiblásticas resulta em menores efeitos colaterais e permite que a continuidade do tratamento empregado não seja prejudicada, pois a toxicidade causada pelas drogas antineoplásicas é fator limitante desta terapia.
Desta forma, a terapêutica nutricional baseada na utilização de antioxidantes pode ampliar os conceitos da terapia oncológica atual e permitir melhores resultados quanto ao controle do câncer, além dessas vitaminas, existem vários antioxidantes disponíveis no mercado que ajudam a prevenção ou amenização dos efeitos dos tratamentos dessas malignidades como por exemplo ômega 3, resveratrol, quercetina, coenzima Q10 entre outros, mas jamais substituirão o tratamento acompanhado por um especialista que nesse caso seria o médico oncologista, sendo muito importante a interação entre profissionais como farmacêuticos, nutricionistas, fisioterapeutas e enfermeiros, para o sucesso do tratamento com o objetivo do bem estar do paciente.















