Espírito Santo atinge saldo de mais de 50 mil empregos desde lançamento do Plano ES

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O Estado do Espírito Santo chegou a um saldo de +50.476 empregos formais no período de julho de 2020, quando foi lançado o Plano Espírito Santo — Convivência Consciente, até o mês de abril de 2021. O número equivale a 50% da meta de geração de empregos estabelecida pelo plano até dezembro de 2022.

De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, em abril deste ano, o Estado registrou saldo de +752 postos de trabalho com carteira assinada. O saldo acumulado no ano de 2021 é de +16.657 vínculos de trabalho.

Com o dado, o Espírito Santo chegou a 50.476 empregos formais, entre julho de 2020 e abril de 2021. Desse total, o maior saldo foi no setor de Serviços (+16.498), seguido pela Indústria (+14.011), Comércio (+13.386) e Construção Civil (+6.460).

“Significa que um ano e meio antes do vencimento do prazo estabelecido no ato do lançamento do Plano ES nós já alcançamos metade das vagas de empregos colocadas como meta e isso em plena pandemia. Essa é uma excelente notícia, fruto da nossa organização e do nosso trabalho”, comemorou o secretário de Estado de Inovação e Desenvolvimento, Tyago Hoffmann.

“Quando um estado tem planejamento, organização e liderança política do governador, como temos aqui no Espírito Santo, temos resultados. E o Espírito Santo tem sido luz para o Brasil no que tange à forma como o Estado se organiza para fazer política pública e gerar desenvolvimento”, argumentou Hoffmann.

Plano Espírito Santo — Convivência Consciente

O Plano Espírito Santo — Convivência Consciente é um conjunto de ações envolvendo órgãos do poder público e do setor produtivo para promover o desenvolvimento econômico e priorizando as pessoas, com o objetivo de reduzir os impactos sofridos pela população capixaba em decorrência da pandemia do novo Coronavírus (Covid-19).

Além da estimativa de criação de mais de 100 mil vagas de emprego, são previstos quase R$ 33 bilhões em investimentos do Governo do Estado, Federal e do setor privado até o final de 2022.

O Plano é resultado de um grande pacto que foi selado entre o poder público e o setor produtivo para o enfrentamento dos desafios impostos pela pandemia, exigindo que as ações sejam executadas a partir de uma visão interdisciplinar e multisetorial, com foco em respostas inovadoras.

Ao todo, são sete eixos de atuação: Desburocratização; Medidas Tributárias; Crédito e Financiamento; Monitoramento dos Impactos na Economia; Aceleração dos Investimentos Públicos e Privados; Inovação e Tecnologia e Geração de Emprego e Renda.

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