Polícia

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Policiais militares realizavam neste domingo (24), cerco tático na Avenida Sílvio Avidos, em São Silvano, Colatina, quando abordaram uma motocicleta Honda Biz. O condutor A.S.F.,

Pacientes de Colatina sofrem com falta de remédio para anemia. Problema já perdura há 2 meses

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Pacientes que sofrem de anemia estão enfrentando a falta do medicamento nas farmácias de Colatina, o que pode prejudicar o tratamento dos pacientes. Trata-se do Noripurum EV, que é vendido em uma caixa com cinco ampolas para reforçar os níveis de ferro no sangue de quem sofre com a deficiência dele. 

Na Farmácia Kelly, que fica na avenida Getúlio Vargas, no Centro, por exemplo, foi confirmada a ausência do medicamento no estoque. O balconista do estabelecimento, Cristiano Matias Lorencini, explicou que o remédio não chega na farmácia onde trabalha há cerca de dois meses e que o problema é geral na distribuição para todas as drogarias do Estado. Confirmou que, devido à falta do Noripurum, os consumidores estão recorrendo ao mesmo medicamento, porém, em comprimido. No entanto, a ingestão é mais lenta e, por isso, tem de ser tomado mais comprimidos ao longo do dia para suprir a necessidade do paciente. 

Por meio de nota, a Takeda, que é a fabricante do medicamento, informou que “o mercado farmacêutico brasileiro está enfrentando um cenário de disponibilidade parcial da substância sacarato de hidróxido férrico, medicamento endovenoso ministrado em clínicas de hemodiálise ou hospitais, destinado ao tratamento de anemias causadas por deficiência de ferro no organismo. 

Ainda segundo a nota, houve um aumento inesperado na demanda do produto, causado pelo fato de que outros fabricantes deixaram de produzir e comercializar medicamentos com o mesmo princípio ativo. 

Assim, a empresa ressalta que “está fortemente empenhada em abastecer o mercado o máximo possível com Noripurum EV, e que “vem aumentando substancialmente o volume do produto disponível no mercado e planeja aumentar ainda mais essa quantidade. 

O processo de produção e importação de Noripurum, contudo, leva, em média, seis meses. De qualquer forma, a Takeda já solicitou o envio de lotes adicionais em caráter de urgência assim que tomou conhecimento”, informou a nota.

ES FALA: foto crédito G1.

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