Campanha de combate à violência contra a mulher reuniu movimentos sociais nesta manhã de sábado (4), em Colatina

Com o tema “A maior homenagem que uma mulher pode receber é respeito”, movimentos sociais de Colatina e sindicatos fizeram neste sábado (4), uma manhã de conscientização nos calçadões da rua Geraldo Pereira, no centro de Colatina. 

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A ação, que foi coordenada pelo Movimento de Mulheres Negras de Colatina, expôs peças de roupas e utensílios nos calçadões representando mulheres que foram vítimas de feminicídio. A abordagem feita pelos participantes do evento de conscientização e luta pelos direitos das mulheres, foi entregue um panfleto com o título “Nossas dores de cada dia”, mostra os números da violência contra a mulher de 2022 e 2023.

Segundo os manifestantes, em 2022, foram 31 feminicídios no Estado do Espírito Santo; 27% das mulheres declararam já ter sofrido algum tipo de agressão por um homem; 18% das mulheres agredidas por homens convivem com o agressor.   

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Em 2023, desde o dia 1 de janeiro até o dia 16 de fevereiro, 12 mulheres foram mortas no Estado, nesse mesmo período, 17 mulheres haviam sido mortas. Todas as 12 mulheres assassinadas esse ano eram negras. Destas, 67% foram mortas por arma de fogo e 17% foram mortas por arma branca.


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Roupas de mulheres vítimas de feminicídio foram expostas no Calçadão da Rua Geraldo Pereira.

MULHERES TRANS

Em 2022, 131 mulheres trans  foram mortas no Brasil. 90% das vítimas tinham entre 15 e 40 anos e 60% das mortes foram em locais públicos.

DADOS IMPORTANTES SOBRE AS CRIANÇAS

A cada 6 horas uma criança é vítima de estupro e precisa de serviço de saúde; 14,2% de jovens de 13 a 17 anos foram vítimas de algum tipo de assédio; 80% dos estupros são cometidos por parentes e o número de meninas vítimas é dez vezes maior do que o de meninos.

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