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Empresário denunciado pelo MPES irá a júri popular por morte em acidente de guanduense

O Ministério Público do Espírito Santo (MPES) apresentou uma denúncia contra o empresário José Silvino Pinafo, acusando-o pelo acidente fatal que resultou na morte de sua namorada, Bruna França Zocca, em julho de 2020. Segundo a denúncia, José Silvino Pinafo teria conduzido a lancha em alta velocidade após o consumo de bebida alcoólica, culminando em […]

Por ES Fala
· 1 min de leitura Atualizado · 1 comentário
Empresário denunciado pelo MPES irá a júri popular por morte em acidente de guanduense

O Ministério Público do Espírito Santo (MPES) apresentou uma denúncia contra o empresário José Silvino Pinafo, acusando-o pelo acidente fatal que resultou na morte de sua namorada, Bruna França Zocca, em julho de 2020. Segundo a denúncia, José Silvino Pinafo teria conduzido a lancha em alta velocidade após o consumo de bebida alcoólica, culminando em um trágico acidente.

O acidente ocorreu em 25 de julho de 2020, por volta das 17 horas, quando a lancha operada por José Silvino Pinafo colidiu com uma passarela de cimento pertencente a uma empresa na Baía de Vitória. Como resultado do impacto, Bruna França Zocca foi arremessada ao mar. Apesar dos esforços dos outros tripulantes da embarcação em resgatá-la, Bruna não resistiu aos ferimentos e perdeu a vida no local.

A denúncia do MPES alega que o acidente foi causado pela combinação de alta velocidade e o consumo prévio de álcool por parte de José Silvino Pinafo, resultando em negligência que levou à trágica morte de Bruna França Zocca.

A defesa do acusado contestou veementemente a denúncia, argumentando que as evidências nos autos não sustentam a acusação e que a decisão de levá-lo a julgamento foi injusta. Eles planejam recorrer da decisão.

O Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) informou que, por decisão da 1ª Câmara Criminal do TJES, a denúncia contra José Silvino Pinafo foi aceita, e ele será submetido ao julgamento pelo Tribunal do Júri. Entretanto, ainda não há uma data definida para a realização do julgamento, que ocorrerá no futuro.

ES FALA: imagem e montagem crédito Folha Vitória

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1 comentário

  1. Henrique Soares Macedo, especialista em direito crimina

    Acho que a denuncia não procede
    Pois o mesmo curtia , todos do barco não
    previa essa fatalidade

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