A atenção dos motoristas que trafegam pela BR-259, especialmente nos trechos entre Baunilha e Colatina, e para aqueles que se dirigem a Baixo Guandu, deve ser redobrada devido às condições precárias de visibilidade ao longo da rodovia. O matagal que cresce em ambos os lados da pista tem alcançado tal altura que torna impossível a visualização das placas de sinalização de trânsito, aumentando consideravelmente o risco de acidentes, especialmente durante a noite.
Os relatos dos condutores são alarmantes: placas caídas, mato avançando até o acostamento e a total falta de percepção das sinalizações, como curvas e limites de velocidade. Em muitos casos, motoristas experientes afirmam que a única maneira de identificar a sinalização é por meio das faixas na própria estrada. Essa situação crítica pode se agravar rapidamente se não forem tomadas medidas para cortar o matagal e restaurar a visibilidade das placas.
A situação é ainda mais preocupante considerando que a BR-259 é uma das principais rodovias que ligam o Espírito Santo ao Leste de Minas Gerais, conhecida por sua periculosidade. Somente este ano, quase 40 acidentes já foram registrados nesse trecho, a maioria atribuída à imprudência dos motoristas, segundo a Polícia Rodoviária Federal.
Em resposta às preocupações levantadas, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) anunciou que está contratando uma empresa para realizar a manutenção do trecho entre João Neiva, Colatina e Baixo Guandu. Os trabalhos devem iniciar no próximo mês, buscando restaurar a segurança viária e evitar futuros acidentes causados pela falta de visibilidade das sinalizações.















