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Governo do Estado: Programa Mulheres Mil é implementado em unidades prisionais com foco na reintegração social

O Programa Mulheres Mil, iniciativa do Governo Federal, começou a ser oferecido nas unidades prisionais femininas do Espírito Santo neste mês. O projeto é resultado de uma parceria entre a Secretaria da Justiça (Sejus) e a Secretaria da Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissional (Secti), com o objetivo de garantir que mulheres em situação de […]

Por ES Fala
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Governo do Estado: Programa Mulheres Mil é implementado em unidades prisionais com foco na reintegração social

O Programa Mulheres Mil, iniciativa do Governo Federal, começou a ser oferecido nas unidades prisionais femininas do Espírito Santo neste mês. O projeto é resultado de uma parceria entre a Secretaria da Justiça (Sejus) e a Secretaria da Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissional (Secti), com o objetivo de garantir que mulheres em situação de vulnerabilidade social tenham acesso à educação profissional e tecnológica.

Cinco cursos já foram iniciados nas unidades prisionais femininas, abrangendo áreas como Recepcionista, Mestre de Cerimônias, Depilação e Maquiador. Ao todo, serão disponibilizadas 380 vagas para detentas em unidades prisionais do Espírito Santo entre 2024 e 2025. Os cursos são ministrados por profissionais da Secti, que levam capacitação técnica diretamente às internas.

A subgerente de Educação nas Prisões da Sejus, Silvia Moreira, destacou a importância da formação para a reintegração social: “A formação para o mundo do trabalho é fundamental para o processo de reintegração social da pessoa em situação de privação de liberdade, e, por meio dos cursos ofertados pelo programa do Governo Federal, é possível a construção de conhecimentos que são muito importantes para a formação pessoal e profissional das participantes.”

Sobre o Programa Mulheres Mil

O Programa Mulheres Mil, parte do Pronatec, tem como foco assegurar o acesso de mulheres em situação de vulnerabilidade social à educação profissional e tecnológica. Destinado a mulheres a partir de 16 anos que enfrentam condições de pobreza e possuem baixo nível de escolaridade, o programa busca não apenas oferecer formação técnica, mas também promover o empoderamento feminino e a superação de diversas formas de violência.

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