Homem é preso em Colatina suspeito de oferecer crack a mãe viciada em troca de abusar sexualmente de criança de cinco anos

Uma denúncia trouxe à tona a triste realidade do mundo das drogas e da pedofilia. O fato ocorreu no bairro Vila Lenira, em Colatina, nesta terça-feira (3). Uma criança de apenas 5 anos estaria sendo supostamente vítima de abuso sexual em troca de drogas fornecidas à própria mãe que é dependente química. O caso, reportado à Polícia Militar, gerou revolta na comunidade e culminou na prisão de um suspeito.

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De acordo com as informações iniciais, a mãe da criança revelou aos policiais que, na madrugada de 1º de dezembro, recebeu mensagens de um homem oferecendo drogas em troca do abuso contra sua filha. A denúncia, que veio à tona no final da tarde, levou à mobilização da polícia.

A situação gerou indignação entre os moradores, que tomaram conhecimento do caso e localizaram o suspeito. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o homem sendo agredido por populares após ser levado para dentro de uma residência.

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Vídeo captado nas redes sociais.

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A Polícia Militar foi acionada e iniciou buscas pelo suspeito, que foi encontrado no bairro Alto Vila Novo, em Colatina. Ele apresentava diversas escoriações pelo corpo e foi levado ao Hospital Silvio Avidos para tratamento. Após os cuidados médicos, foi conduzido à Delegacia de Colatina, onde permanece à disposição da Justiça.

A mãe da criança também foi encaminhada à delegacia para prestar esclarecimentos.

Investigação e próximos passos

A Polícia Civil segue investigando o caso para apurar as responsabilidades e garantir a proteção da vítima. O Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar a situação da criança e adotar as medidas necessárias.

Casos como este reforçam a importância de denunciar situações de abuso sexual infantil. A população pode fazer denúncias de forma anônima pelo Disque 100 ou diretamente às autoridades locais.

ES FALA: Esta matéria preserva a identidade da vítima e dos envolvidos, seguindo as diretrizes do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para proteger os direitos da criança.

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