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Esquema de fraude envolvendo duas lojas de cimento em Linhares é identificado

A Secretaria da Fazenda do Espírito Santo (Sefaz-ES) revelou, na última sexta-feira (7), a desarticulação de um esquema de comercialização fraudulenta de cimento, identificado após uma investigação da Receita Estadual. A fraude envolvia a venda de milhares de sacos de cimento sem a devida emissão de nota fiscal, resultando em prejuízo ao fisco estadual. A […]

Por ES Fala
· 1 min de leitura · 5 comentários
Esquema de fraude envolvendo duas lojas de cimento em Linhares é identificado

A Secretaria da Fazenda do Espírito Santo (Sefaz-ES) revelou, na última sexta-feira (7), a desarticulação de um esquema de comercialização fraudulenta de cimento, identificado após uma investigação da Receita Estadual. A fraude envolvia a venda de milhares de sacos de cimento sem a devida emissão de nota fiscal, resultando em prejuízo ao fisco estadual.

A irregularidade foi descoberta em fevereiro, durante uma operação que flagrou um distribuidor descarregando 770 sacos de cimento sem nota fiscal idônea em lojas de materiais de construção em Linhares. Com base nesse flagrante, as autoridades identificaram indícios de que aproximadamente 680 mil sacos de cimento foram comercializados irregularmente, sem recolhimento de impostos.

Diante das evidências, três empresas foram bloqueadas – duas em Linhares e uma do mesmo grupo empresarial, localizada em Itapemirim. Com a medida, essas empresas estão impedidas de emitir e receber documentos fiscais. Além disso, os 770 sacos de cimento apreendidos serão alvo de auditoria para a emissão de autos de infração, incluindo multas e cobrança dos tributos devidos.

A investigação apontou que o distribuidor adquiria cimento diretamente da fábrica e o revendia para comércios sem documentação fiscal, causando prejuízo ao Estado e concorrência desleal. As lojas envolvidas também revendiam o produto aos consumidores finais sem a devida emissão de nota fiscal.

Segundo estimativas da Sefaz-ES, o esquema pode ter movimentado mais de R$ 15 milhões nos últimos anos. “A Secretaria da Fazenda continuará realizando levantamentos para identificar e coibir práticas irregulares que afetam a economia local e a concorrência justa entre as empresas”, afirmou o auditor fiscal e supervisor da Região Nordeste, Adolf Zini de Souza, que coordenou as investigações.

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5 comentários

  1. Cremedeleite12

    Tem que sonegar imposto mesmo, o estado tá cobrando 22% de ICMS

  2. Tiradentes

    Imposto é roubo e sonegação é legítima defesa

  3. Chaluta

    Quem perdeu vom essa operação foi o mais pobre que comprava mais barato, a concorrência é rica.

  4. Belmiro Monteiro

    Não vejo por esse lado, pois na hora de fazer os cálculos de despesas, esses distribuidores já adiciona também os impostos, impostos esses que eles não recolhe para o estado. O consumidor final paga, mas eles não devolve para o estado. Assim fica difícil ter boa saúde, boa educação, segurança e muitos mais benefícios. Tudo porque existe muitos espertalhões afananando o estado de alguma maneira.

  5. Almir Ralzke

    Os comerciantes vende com o imposto embutido no preço e não repassam ao governo, o imposto poderia ser mais barato, para baratear o preço para o consumidor e punir severamente os sonegadores

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