O governador em exercício do Espírito Santo, Ricardo Ferraço, lançou nesta quarta-feira (26), no município de Guaçuí, a Operação Colheita 2025, com o objetivo de reforçar o policiamento em áreas rurais de 73 municípios capixabas durante o período de colheita de produtos como café, cana-de-açúcar, pimenta e outras culturas agrícolas.
A ação será conduzida pela Polícia Militar do Espírito Santo (PMES) entre os dias 1º de abril e 30 de novembro, período de intensa movimentação no campo. Ao todo, serão investidos R$ 6,6 milhões, recursos destinados ao pagamento de Indenização Suplementar de Escala Operacional, que permitirá a ampliação do efetivo em atividade nas zonas rurais.
“Estamos lançando uma importante ação de segurança pública para o meio rural. Esse é um aviso para quem pensa em cometer crimes contra os agricultores do nosso Estado nesta época da colheita. Saibam que estamos preparados!”, declarou Ricardo Ferraço durante a solenidade. Ele também destacou o alto valor das commodities agrícolas capixabas, como o café, que vem atingindo os maiores preços dos últimos anos, reforçando a necessidade de proteger os produtores e suas lavouras.
A Polícia Militar intensificará o patrulhamento com foco em visitas tranquilizadoras a propriedades rurais e estabelecimentos comerciais, além de realizar abordagens a veículos e pessoas em regiões de maior circulação. O objetivo é inibir a ação criminosa, coibir delitos patrimoniais e garantir mais segurança a produtores, trabalhadores, comerciantes e moradores do campo.
O secretário de Estado da Segurança Pública, Leonardo Damasceno, ressaltou a importância da operação: “Esse é um período de grande circulação de pessoas nas áreas de colheita. Muitas vêm de fora para trabalhar nas lavouras, e isso traz aumento do consumo de drogas, circulação de desconhecidos, e casos de crimes patrimoniais. Precisamos evitar que isso aconteça.”
Já o comandante-geral da PMES, coronel Douglas Caus, destacou o papel estratégico da operação: “A Operação Colheita proporciona mais tranquilidade para os agricultores e trabalhadores do campo. Com patrulhamento especializado e presença ativa, reforçamos a segurança e o vínculo com a comunidade rural.”















