O trânsito de Colatina, vive um dos piores momentos dos últimos anos. Se antes já era motivo de reclamação de motoristas e moradores, agora a situação se agravou com uma série de fatores que se somaram, criando um ambiente de desorganização, lentidão e insatisfação.
A interdição da Ponte Ponte Fontenelle para ônibus e caminhões foi um dos gatilhos mais recentes para o colapso da mobilidade urbana. A medida, embora necessária por motivos de segurança, redirecionou o fluxo pesado para rotas alternativas, sobrecarregando bairros como Esplanada, Marista, Centro e adjacências, onde os engarrafamentos passaram a ser constantes e prolongados.
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Sem fiscalização carros estacionam em vagas de motocicletas/Leitor
Além disso, a suspensão repentina do sistema de estacionamento rotativo — que organizava as vagas no Centro da cidade — contribuiu para uma ocupação desordenada das ruas. A antiga empresa responsável pelo serviço teve sua atuação encerrada sem aviso prévio à população e, até agora, a prefeitura não apresentou uma solução definitiva ou substituição imediata. Resultado: mais carros nas ruas, motos ocupando vagas destinadas a automóveis, falta de fiscalização e escassez de espaços para estacionar.
Outro ponto crítico relatado por motoristas é a região do bairro Lace, onde uma mudança de trânsito proibiu a circulação de veículos até o fim da via que leva à Ponte Florentino Avidos. A alteração causou engarrafamentos intensos e ressuscitou antigos gargalos, afetando tanto quem vem de São Silvano em direção ao Centro, quanto quem segue de Maria das Graças ao Centro.
A Prefeitura de Colatina informou que lançou um processo licitatório para implantação de uma terceira faixa de rolamento da Ponte Florentino Avidos, com o objetivo de aliviar o trânsito. No entanto, não há prazo definido para início ou conclusão das obras, o que aumenta a sensação de abandono por parte da população.
Enquanto isso, quem depende das vias colatinenses para trabalhar, estudar ou se locomover no dia a dia sofre com atrasos, estresse e a falta de planejamento urbano.















