O que já era ruim, piorou ainda mais: trânsito de Colatina enfrenta caos com interdição de ponte, suspensão do rotativo e gargalos históricos

O trânsito de Colatina, vive um dos piores momentos dos últimos anos. Se antes já era motivo de reclamação de motoristas e moradores, agora a situação se agravou com uma série de fatores que se somaram, criando um ambiente de desorganização, lentidão e insatisfação.

Publicidade

A interdição da Ponte Ponte Fontenelle para ônibus e caminhões foi um dos gatilhos mais recentes para o colapso da mobilidade urbana. A medida, embora necessária por motivos de segurança, redirecionou o fluxo pesado para rotas alternativas, sobrecarregando bairros como Esplanada, Marista, Centro e adjacências, onde os engarrafamentos passaram a ser constantes e prolongados.

SIGA O INSTAGRAM DO PORTAL DE NOTÍCIAS ES FALA: @esfalaoficial

Publicidade

Sem fiscalização carros estacionam em vagas de motocicletas/Leitor

Além disso, a suspensão repentina do sistema de estacionamento rotativo — que organizava as vagas no Centro da cidade — contribuiu para uma ocupação desordenada das ruas. A antiga empresa responsável pelo serviço teve sua atuação encerrada sem aviso prévio à população e, até agora, a prefeitura não apresentou uma solução definitiva ou substituição imediata. Resultado: mais carros nas ruas, motos ocupando vagas destinadas a automóveis, falta de fiscalização e escassez de espaços para estacionar.

Publicidade

Outro ponto crítico relatado por motoristas é a região do bairro Lace, onde uma mudança de trânsito proibiu a circulação de veículos até o fim da via que leva à Ponte Florentino Avidos. A alteração causou engarrafamentos intensos e ressuscitou antigos gargalos, afetando tanto quem vem de São Silvano em direção ao Centro, quanto quem segue de Maria das Graças ao Centro.

A Prefeitura de Colatina informou que lançou um processo licitatório para implantação de uma terceira faixa de rolamento da Ponte Florentino Avidos, com o objetivo de aliviar o trânsito. No entanto, não há prazo definido para início ou conclusão das obras, o que aumenta a sensação de abandono por parte da população.

Enquanto isso, quem depende das vias colatinenses para trabalhar, estudar ou se locomover no dia a dia sofre com atrasos, estresse e a falta de planejamento urbano.

Notou alguma informação incorreta nesta matéria? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão abaixo e envie sua mensagem.

Notificar informação incorreta

Notou alguma informação incorreta nesta matéria? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Envie sua mensagem usando o formulário abaixo.